
Representante do BRB destaca necessidade de anuência do Tesouro para venda de carteiras de crédito (Foto: Instagram)
Ceron afirmou que o Tesouro Nacional vem sendo acionado em relação à venda das carteiras do BRB “para poder dar anuência”. Segundo o representante, essa solicitação é parte do processo de autorização imprescindível em transações envolvendo ativos de bancos públicos estaduais.
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Esse procedimento ocorre de acordo com as normas do setor financeiro, em que operações de compra e venda de carteiras de crédito exigem anuência prévia do Tesouro Nacional. A aprovação visa assegurar o cumprimento de regras fiscais e regulatórias, preservando o equilíbrio das contas públicas.
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As carteiras do BRB envolvem diferentes modalidades de crédito, como financiamentos imobiliários, empréstimos a pessoas físicas e operações para empresas. A transferência desses ativos costuma incluir análise detalhada dos passivos e garantias ligadas às operações, garantindo transparência entre as partes interessadas.
Para obter a anuência do Tesouro, o BRB precisa comprovar que a transação não acarretará impacto negativo nas finanças públicas. Esse aval também leva em conta diretrizes de sustentabilidade fiscal e conformidade com as regras estabelecidas pelo Banco Central e pela Secretaria do Tesouro Nacional.
A possível venda das carteiras do BRB está inserida em uma estratégia mais ampla de fortalecimento do balanço patrimonial do banco. Ao desinvestir em ativos que podem ser melhor geridos por instituições privadas, o BRB busca aprimorar seu capital de giro e reduzir riscos de crédito em sua carteira.
O acompanhamento direto do Tesouro evidencia a vigilância do governo federal sobre operações de instituições financeiras regionais. Ceron reforça que a anuência é condição obrigatória para concluir qualquer negociação e que esse protocolo protege tanto os cofres públicos quanto a solidez do BRB.


