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Presos do Bonde do Cerol Fininho degolaram e arrancaram órgãos de homem condenado por matar a mãe – facção rival do PCC

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Vista aérea do presídio em São Paulo onde ocorreu a ação violenta (Foto: Instagram)

Uma ação brutal registrada dentro de um presídio em São Paulo chocou autoridades e destacou a disputa entre facções rivais. Integrantes do Bonde do Cerol Fininho invadiram a cela de um detento que cumpria pena por ter assassinado a própria mãe com uma lâmina de barbear. Após dominá-lo, os presos o degolaram e, em seguida, arrancaram parte de seus órgãos, numa execução que, segundo investigadores, é atribuída à técnica característica dessa facção, adversária do PCC.
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A rebelião interna teria começado na madrugada, quando agentes penitenciários sinalizaram movimentação incomum no bloco 4. O alvo dos atacantes, cujos dados pessoais não foram divulgados, já cumpria regime fechado e estava isolado por conta do crime de matricídio. Fontes da secretaria de Administração Penitenciária afirmam que câmeras internas registraram a entrada de ao menos cinco homens armados com objetos perfurocortantes improvisados. A perícia confirmou que a vítima teve a traqueia seccionada antes de ser mutilada.
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O Bonde do Cerol Fininho, criado há cerca de cinco anos dentro de unidades penitenciárias do interior paulista, ganhou notoriedade pelo uso de violência extrema como forma de intimidação. Inicialmente emergiu como dissidência de outras facções, mas consolidou-se ao conquistar territórios em presídios de segurança média. A técnica de degola e exibição de órgãos é conhecida entre seus membros como forma de “marca” para amedrontar rivais, fornecendo narrativas que circulam em celulares apreendidos durante revistas. O PCC, fundado no início dos anos 1990, passou a rivalizar com esse novo grupo em disputas por poder e influência entre detentos.

Especialistas em segurança pública explicam que ações desse tipo envolvem planos detalhados: levantamento de rotina de agentes, aquisição de instrumentos improvisados – geralmente lâminas siderúrgicas ou estiletes – e apoio de olheiros em corredores de presos. A expressão “cerol fininho” faz referência à afiação minuciosa dos objetos de corte, tornando-os ainda mais letais. Apesar do uso recorrente dessas ferramentas, autoridades afirmam que o controle de materiais cortantes continua sendo um dos maiores desafios no sistema prisional brasileiro.

O conflito entre o Bonde do Cerol Fininho e o PCC elevou o nível de tensão nas unidades penais de São Paulo, estimulando medidas emergenciais como segregação de detentos de diferentes facções e bloqueio de celas. Desde o início do ano, a secretaria responsável já registrou ao menos quatro incidentes graves envolvendo decapitações e torturas internas. A política carcerária local busca agora reforçar o monitoramento por câmeras e intensificar as revistas, além de revisar protocolos de distribuição de presos segundo perfil de periculosidade e filiação facciosa.

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