O Instituto de Medicina Legal do Distrito Federal concluiu que Pablo Stuart Fernandes Carvalho, acusado de matar ao menos 17 gatos, tem plena capacidade de entender seus atos, afastando a tese de insanidade. O processo tramita em primeira instância e está na fase de alegações finais.
O caso veio à tona em 12 de março de 2025, após denúncias de protetoras de animais à Polícia Civil, que relataram que o psicólogo adotava gatos e, posteriormente, os torturava até a morte.
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Segundo o Metrópoles, o laudo psiquiátrico, embora apresente transtornos mentais, o acusado é considerado imputável, ou seja, apto a responder criminalmente. Ele chegou a ser preso em março de 2025, teve a prisão convertida em preventiva, mas foi solto cerca de sete meses depois.
As investigações apontam que Pablo Stuart adotou ao menos 20 gatos entre setembro de 2024 e março de 2025, todos com características semelhantes. Após as adoções, ele informava às protetoras que os animais haviam desaparecido e solicitava novos.
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Depoimentos de vizinhos e áudios obtidos pela investigação indicam que os gatos eram submetidos a maus-tratos no apartamento onde ele morava, na região do Gama. Um dos animais foi resgatado com vida por uma cuidadora.
A defesa afirma acreditar na inocência do acusado. “Será devidamente demonstrada no momento oportuno, especialmente por ocasião das alegações finais, quando todos os elementos constantes nos autos serão analisados de forma técnica e criteriosa”, declarou o advogado.


