Bárbara Borges relatou, nesta segunda-feira (23/3), uma tentativa de assalto sofrida em Copacabana. Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, a atriz contou que escapou de ter o celular roubado por criminosos em uma moto que usava uma mochila com a identidade visual de um aplicativo de entregas.
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Segundo o relato, o incidente ocorreu por volta das duas da tarde, logo após ela sair de um restaurante na área. Ao parar na calçada para enviar uma mensagem, a artista percebeu a aproximação de uma motocicleta e suspeitou ao reconhecer a logomarca.
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“Eu comecei a escrever a mensagem, mas a gente vive em estado de alerta, né? Então eu estava com a minha antena parabólica ligada. E eis que eu consegui perceber, sentir, visualizar uma moto passando”, disse.
De acordo com Bárbara, a ação foi rápida. O veículo subiu na calçada em sua direção e, ao notar a tentativa, ela conseguiu segurar o aparelho com firmeza. “Foi o tempo que eu consegui travar o celular aqui com os meus dedos, com a minha mão. E quando eu senti a aproximação da mão vindo, eu dei um grito de espanto”, relatou.
A atriz afirmou que ainda sentiu o impacto da investida, mas conseguiu evitar o roubo. “Senti a mão da pessoa ainda batendo aqui nos meus dedos, só que ele não conseguiu pegar bem. Mas senti aquele solavanco da moto e… vrum! Ele foi”, contou.
Após o episódio, pessoas que estavam na rua se aproximaram para ajudá-la. Apesar de não ter tido o celular levado, Bárbara disse que ficou abalada com a situação. “Ainda cheguei em casa com a adrenalina muito alta. Mesmo não tendo conseguido roubar, eu acho que só o ato, né, a situação… ontem pra dormir eu fiquei revisitando toda hora esse momento”, afirmou.
No desabafo, a atriz também refletiu sobre a sensação de insegurança e criticou o uso de mochilas de aplicativos como disfarce para crimes.
“Porque a gente sempre acha que nunca vai acontecer com a gente. E poxa, é impressionante como hoje em dia qualquer pessoa pode circular pela cidade com uma identidade visual de um aplicativo conhecido por todos nós, que deveria transmitir pra gente uma tranquilidade, e no entanto não”, disse.
Por fim, Bárbara mencionou a falta de segurança e a ausência de fiscalização. “Estamos todos nós então vulneráveis, porque a gente vive uma falha estrutural do nosso Estado, né? Que não entrega pra sociedade o básico, que é segurança, e ainda tem esses aplicativos que indiretamente acabam facilitando, porque não existe uma fiscalização. Acaba sobrando o quê? Pra gente”, completou.


