
Suspeito de 18 anos foge após confissão de assassinato de Thalita Ramos no DF (Foto: Instagram)
Um dos três jovens que confessaram o assassinato de Thalita Marques Berquó Ramos, de 36 anos, está foragido da Justiça no Distrito Federal. O jovem, de 18 anos, deveria ter se apresentado na Unidade de Internação na última segunda-feira (16/3), onde cumpria medida socioeducativa.
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Desde outubro do ano passado, o acusado estava em regime de semiliberdade. Isso ocorreu após o juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF) considerar que ele agiu sob "domínio de violenta emoção" após provocação da vítima.
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Entretanto, em 11 de fevereiro, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) conseguiu reverter a sentença. A decisão reconheceu o homicídio como triplamente qualificado, retirou o privilégio e ordenou a internação do jovem.
O crime foi cometido quando o acusado tinha 17 anos, sendo tratado como ato infracional análogo a homicídio. Mesmo após completar 18 anos, ele permanecia em uma unidade de internação para menores infratores.
O jovem foi apreendido em 12 de setembro pela Polícia Civil do Distrito Federal. Além dele, estão detidos um adolescente e João Paulo Teixeira da Silva.
João Paulo Teixeira da Silva será julgado em 14 de maio deste ano no Tribunal do Júri do Guará.
CRIME BÁRBARO
Thalita foi assassinada e esquartejada durante uma invasão no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará, em 13 de janeiro de 2025.
Os criminosos jogaram a cabeça e as pernas da vítima em um córrego, enquanto o tronco foi enterrado na área.
No dia do crime, Thalita estava no parque para comprar drogas. Um desentendimento com os autores do crime – um homem e dois adolescentes – teria motivado o homicídio.
A discussão teria sido sobre a qualidade das drogas vendidas a Thalita, que foi morta a pedradas e facadas.
Nos dias seguintes, as partes do corpo de Thalita foram encontradas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Caesb, próxima à Vila Telebrasília.


