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PF descobre mensagens entre CEO da Fictor e operador do CV em investigação de fraudes

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Rafael Góis, CEO da Fictor, em evento antes da deflagração da Operação Fallax. (Foto: Instagram)

No pedido de quebra de sigilo e bloqueio de bens de Rafael Góis, CEO da Fictor, a Polícia Federal (PF) menciona conversas de WhatsApp entre o executivo e um operador associado ao Comando Vermelho (CV). Nessas mensagens, eles discutiriam um esquema fraudulento para conseguir créditos bancários e lavar dinheiro através de empresas de fachada.

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Segundo as investigações, Góis e Luiz Rubini, ex-sócio da Fictor, são suspeitos de fraudes que chegam a R$ 500 milhões contra a Caixa Econômica Federal e outros bancos. A operação Fallax, realizada na quarta-feira (25/3), incluiu buscas e apreensões contra a dupla e outras 36 pessoas, além de 21 mandados de prisão em três estados.

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Rafael Góis e Luiz Rubini tiveram seus sigilos bancários quebrados pela Justiça Federal em São Paulo, com bloqueios judiciais de até R$ 47 milhões, a pedido da PF.

O operador do CV que se comunica com o CEO da Fictor é Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Ralado. As investigações indicam que ele possui uma rede com pelo menos 100 laranjas e oferece serviços de ocultação e alavancagem fraudulenta de patrimônio para o grupo da facção carioca que opera no interior de São Paulo.

Em uma das trocas de mensagens citadas pela PF, no final de 2023, Ralado, referindo-se a Rafael Góis como “chefe”, sugere o superfaturamento de uma empresa em nome de laranja que estava inativa há 12 meses, para facilitar uma operação. O CEO da Fictor teria respondido de forma tranquila, afirmando que já tinha a simulação do ano anterior.

As investigações revelam que a empresa mencionada por Thiago teria obtido valores significativos da Caixa Econômica Federal com a ajuda de um gerente bancário cooptado pelo esquema, mediante pagamento de propina.

“DAR UMA MANIPULADA”
Apesar do contato direto entre Rafael Góis e Ralado, a investigação aponta que executivos ligados à Fictor usavam Felipe Alves Martins de Sá como intermediário. Sá conversava abertamente com Ralado sobre as manipulações e chegou a convidá-lo para visitar a Fictor. A PF pediu a prisão de Sá, mas a Justiça Federal negou.

“Thiago, eu tô indo para a Fictor. Você vai estar aí? Para eu te explicar certinho. Lá eu consigo uma pancada de dinheiro por causa do ramo de atividade. Mas eu preciso deixar a documentação toda ok. Então assim, a gente precisava dar uma manipulada. Eu precisava ver a ECF (escrituração de crédito fiscal) para ver se tem para eu poder falar”, escreveu Felipe Alves Martins de Sá.

Em outra conversa citada pela PF, o fundador da Fictor diz que Ralado foi um “verdadeiro achado” e sugere o nome de um possível laranja, com quem seria possível “levantar muita grana com certeza”.

Ralado respondeu dizendo que compensava montar umas duas empresinhas retroativas no nome dele.

RALADO
A atividade criminosa de Ralado foi descoberta pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) em 2024, durante uma operação contra o Bando do Magrelo, uma gangue que rivalizava com o Primeiro Comando da Capital (PCC) na região de Rio Claro, interior de São Paulo.

As investigações mostraram que ele usava documentos falsos para criar empresas de fachada em nome de desconhecidos, obtendo empréstimos bancários que nunca eram pagos. A rede de empresas era usada pelo Bando do Magrelo para lavar dinheiro do tráfico de drogas.

Meses depois, o MPSP apontou que o Comando Vermelho (CV) teria se aliado ao Bando do Magrelo, fornecendo armamentos e apoio logístico. Com a prisão de Anderson Ricardo de Menezes, o Magrelo, líder da gangue, a própria facção carioca teria assumido o controle da região, sob o comando de Leonardo Felipe Calixto.

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