
Beatriz Callegari de Paula, 26, vítima encontrada morta ao lado de piscina em Lins (SP). (Foto: Instagram)
A Polícia Civil concluiu na quarta-feira (25/3) o inquérito sobre a morte de Beatriz Callegari de Paula, de 26 anos, encontrada morta ao lado de uma piscina em Lins, no interior de São Paulo, em 16 de janeiro. Grazielli de Barros Silva, amiga da vítima de 40 anos, foi indiciada por homicídio.
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A suspeita surgiu após exames médicos indicarem que Beatriz morreu afogada. Grazielli havia alegado inicialmente que a amiga morreu por descarga elétrica, versão descartada nas investigações. Ela foi presa em 27 de janeiro.
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A defesa de Grazielli informou que não havia sido notificada sobre o indiciamento até a noite de terça-feira (24/3) e, por isso, não comentaria o caso.
Dois motivos principais levaram ao indiciamento. Primeiro, Grazielli mentiu em depoimento, alegando que Beatriz morreu por choque elétrico na piscina. Porém, exames necroscópicos mostraram sinais de afogamento, como água nos pulmões e congestão das vísceras.
Além disso, Grazielli estava sozinha com Beatriz no momento do incidente. As duas estavam em uma casa alugada em Lins com um amigo, que saiu para trabalhar por volta das 14h. Mensagens enviadas por Beatriz após a saída do amigo confirmam que ela estava viva.
Sobre a motivação do crime, a polícia ainda não tem informações, pois Grazielli continua negando o crime e sustentando a teoria do choque elétrico.
O inquérito foi enviado à Justiça, com pedido de conversão da prisão temporária em preventiva, que foi aceito. O Ministério Público deve apresentar denúncia por homicídio qualificado até o final da semana.


