
Concurso de sósias de Marina Sena e Juliano Floss gera polêmica na UFMG (Foto: Instagram)
Belo Horizonte – Um concurso de sósias da cantora Marina Sena e do influenciador Juliano Floss, promovido por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), gerou grande controvérsia nas redes sociais após vídeos do evento se tornarem virais.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Apesar das críticas, a UFMG declarou que o evento foi autorizado institucionalmente, afirmando que "foi realizado em total conformidade com as normas de uso do espaço".
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
O concurso aconteceu na última quinta-feira (26/3) na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), no campus Pampulha. Organizado pelo centro acadêmico do curso de História, o evento ocorreu fora do horário de aula, em espaço destinado a atividades culturais e acadêmicas.
Os participantes foram notados pela semelhança nos trajes e características físicas com os artistas. A vencedora na categoria Marina Sena usou uma faixa que fazia referência ao álbum "De Primeira", que deu destaque à cantora nacionalmente.
A atividade, de caráter descontraído e cultural, rapidamente gerou críticas. Muitos internautas questionaram o uso do espaço público de uma universidade federal para tal evento. Comentários como "Foi-se o tempo que universidade era pra estudar. Agora é um hospício gourmet", "O futuro do Brasil é bem desanimador" e "Gente! Eu tô vivendo errado??? Que porra é essa?" foram comuns.
Outros usuários das redes compararam o ambiente a um "presídio", "competição de zumbis" ou sugeriram que "passar o caminhão do CAPS não sobra 1", expressando repúdio e incredulidade.
Em resposta à onda de críticas, a Fafich/UFMG se pronunciou oficialmente. A faculdade explicou que o concurso foi organizado pelos próprios estudantes, com autorização institucional e em conformidade com as normas de uso do espaço. "A atividade ocorreu fora do horário letivo, sem prejuízo às aulas, à pesquisa ou à extensão, e sem quaisquer registros de descumprimento das normas da UFMG", afirmou a instituição.


