A viagem que tinha como objetivo dias de descanso em Campos do Jordão acabou se tornando um transtorno para a família de Duda Wendling.
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A mãe da atriz, Camila Wendling, relatou o furto da bagagem de sua filha do coração, Luna, após o desembarque na capital paulista.
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Em um comunicado, a empresa de ônibus Catarinense afirmou que as bagagens da filha de Camila e de outro passageiro foram trocadas.
Conforme o relato, as três partiram do Rio de Janeiro em direção à cidade paulista em um ônibus da Catarinense. Ao chegarem ao Terminal Rodoviário Tietê e se dirigirem ao bagageiro, perceberam que a mala de Luna havia sumido.
Camila afirma que, ao questionar os funcionários sobre o ocorrido, ouviu de um deles que um homem teria levado a bagagem. Segundo o relato, o bagageiro foi aberto sem a presença de funcionários no momento da retirada das malas, o que teria permitido a ação.
Um funcionário responsável pelo desembarque teria dito que ainda não estava no local quando tudo ocorreu.
Diante da situação, Duda e Luna seguiram viagem até Campos do Jordão, enquanto Camila permaneceu no terminal tentando resolver o problema. Ela relata ter acionado a polícia e aguardado atendimento por horas, além de apontar falhas no procedimento da empresa.
“A empresa disse que é pra eu esperar 30 dias”, afirmou. Em seguida, questionou a orientação recebida: “Só que como a garota vai ficar em Campos do Jordão sem roupa por 4 dias”.
Camila também destacou que a bagagem continha itens comprados especialmente para a viagem. “Tirando que foi comprado roupa nova pra viagem e ainda pegamos roupa e mala emprestada”, disse.
Outro ponto levantado por ela diz respeito a uma possível inconsistência no registro da bagagem que permaneceu no local.
“Eles abriram o bagageiro sem funcionários presentes, um passageiro pegou a mala e correu, o problema é que a mala que ficou está no nome de uma mulher e só tem 3 garrafas de cachaça, 2 Gins e um suspensório então já era cara de golpe”.
A demora no atendimento também foi mencionada. “A polícia ainda não chegou já tô a duas horas esperando”, relatou.
Segundo Camila, ao insistir na resolução, recebeu uma resposta que considerou inadequada. “E a funcionária da empresa disse que era pra eu ter ido embora porque não vão resolver nada e eu disse que chamei a polícia e ela disse que eu perdi tempo porque ela não vai ser presa”.
Em nota enviada à coluna, a assessoria de comunicação da Catarinense informou que, na verdade, não houve roubo, mas sim uma troca de bagagens. Leia o posicionamento na íntegra.
“A Auto Viação Catarinense esclarece que houve uma troca involuntária de bagagens de uma passageira no ônibus que saiu do Rio de Janeiro com destino à São Paulo no Terminal Rodoviário do Tietê. O caso está sendo tratado com prioridade internamente e já está sendo resolvido para que os conteúdos corretos sejam entregues aos respectivos donos. A empresa lamenta o ocorrido e segue à disposição.”


