
Senador Flávio Bolsonaro reage a pedido de indiciamento na CPMI do INSS (Foto: Instagram)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) expressou sua reação, por meio de nota, ao pedido de indiciamento que foi incluído no relatório alternativo ao parecer final da CPMI do INSS, apresentado pela base governista nesta sexta-feira (27/3).
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
O documento, que foi elaborado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), também solicita o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outras 129 pessoas, acusadas de envolvimento em um esquema de fraudes bilionárias que teria afetado cerca de 5 milhões de aposentados e pensionistas.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
Para Flávio, o relatório da base governista é uma tentativa "desesperada" de desviar a atenção e proteger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
"Ambos têm responsabilidade direta no caso das aposentadorias roubadas. Não à toa, Lula retirou o filho do país às pressas e tentou encerrar as investigações da CPMI. Se há uma organização criminosa nesse caso, o chefe está na cadeira principal do Palácio do Planalto", declarou.
Além de Flávio, o relatório paralelo também inclui o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema.
O relatório final da CPMI do INSS, apresentado nesta sexta-feira (27/3) pelo relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), pede o indiciamento de 216 pessoas, incluindo o filho do presidente Lula, dois ex-ministros da Previdência, um senador, três deputados federais e um estadual, por suspeita de envolvimento em esquemas de descontos indevidos em aposentadorias da Previdência Social.
Após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a liminar que poderia prorrogar os trabalhos da comissão por até 120 dias, o parecer precisa ser votado pelo colegiado até este sábado (28/3).
A base aliada do governo pretende rejeitar o relatório oficial de Gaspar e aprovar o texto alternativo.


