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Dólar cai com dados de emprego e Trump cogitando fim de conflito

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Dólar cai com tensão no Oriente Médio e mercado de olho no Caged (Foto: Instagram)

O dólar estava em queda nesta terça-feira (31/3), enquanto o mercado aguardava ansiosamente os desdobramentos da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio.

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No Brasil, o foco do dia é a divulgação dos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referentes a fevereiro deste ano.

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DÓLAR

  • Às 9h10, a moeda americana caía 0,35%, sendo negociada a R$ 5,23.
  • No dia anterior, o dólar encerrou a sessão com alta de 0,12%, cotado a R$ 5,248, próximo da estabilidade.
  • Com isso, a moeda dos EUA acumula ganhos de 2,21% frente ao real em março e perdas de 4,39% no ano.

IBOVESPA

  • As operações do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), têm início às 10 horas.
  • Na véspera, o índice fechou com alta de 0,53%, alcançando 182,5 mil pontos.
  • Com esse resultado, a Bolsa brasileira acumula uma queda de 3,3% em março e uma valorização de 13,21% em 2026.

TRUMP FALA EM TERMINAR A GUERRA
O conflito entre EUA e Irã continua sendo o principal fator a influenciar os mercados, aumentando os preços do petróleo e a tensão geopolítica global.

Os investidores estão atentos às declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que considera encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz ainda bloqueado por forças iranianas. A informação foi divulgada pelo The Wall Street Journal na segunda-feira (30/3), com base em fontes do governo.

Segundo a publicação, Trump e seus assessores passaram a considerar que uma operação para reabrir completamente a rota marítima – responsável por 20% do petróleo mundial – poderia estender o conflito além das seis semanas prometidas.

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã já está pressionando os preços do petróleo, com efeitos na economia global. Nos EUA, o impacto ocorre em um momento crítico, próximo das eleições para o Congresso.

Trump teria indicado que o objetivo principal da ofensiva deve ser enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país. Após isso, os ataques seriam reduzidos para forçar Teerã a reabrir a passagem marítima. Se o bloqueio persistir, a estratégia é pressionar aliados, especialmente na Europa e no Golfo, a assumir a responsabilidade pela segurança e reabertura do estreito.

Por outro lado, a Comissão de Segurança do Parlamento do Irã aprovou uma proposta para regulamentar e cobrar taxas de embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz. Segundo a emissora estatal IRIB, a medida visa fortalecer "a autoridade soberana do Irã e de suas forças militares".

O projeto inclui ações para ampliar o controle iraniano na região, como proteger a rota marítima, garantir a segurança da navegação e implementar regras financeiras. Entre as medidas estão a cobrança de tarifas em moeda local (rial iraniano) para navios em trânsito e a proibição da passagem de embarcações ligadas aos EUA e a Israel.

Nesta terça-feira, um petroleiro kuwaitiano foi atingido por um projétil vindo do Irã enquanto estava no porto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, informou a Kuwait Oil Corporation. O ataque causou um incêndio e diversos danos no petroleiro, mas não houve feridos.

As autoridades de Dubai confirmaram que não houve feridos nem derramamento de petróleo. A Kuwait Oil Corporation informou que o petroleiro estava totalmente carregado com petróleo bruto no momento do ataque.

“O cenário permanece altamente volátil, com o câmbio reagindo rapidamente ao noticiário externo. Enquanto não houver clareza sobre o conflito no Oriente Médio, a tendência é de movimentos contidos no curto prazo, mas com risco de oscilações mais intensas a qualquer mudança de cenário”, analisa João Duarte, sócio da One Investimentos.

EMPREGO NO BRASIL
No Brasil, o mercado está atento à divulgação dos dados oficiais de emprego do Caged pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A média das previsões dos analistas aponta para a criação de cerca de 270 mil novas vagas de trabalho em fevereiro.

Em janeiro deste ano, o Brasil criou 112.334 postos de trabalho formais, superando a mediana das previsões do mercado, que era de 92 mil. O saldo de janeiro resultou da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos.

Dos cinco grandes grupos de atividades econômicas, quatro registraram saldos positivos no primeiro mês de 2026: indústria (+54.991), serviços (+40.525), construção (+50.545) e agropecuária (+23.073). Devido à sazonalidade pós-festas de final de ano, o comércio teve saldo negativo (-56.800).

Em janeiro, 18 das 27 unidades da Federação registraram saldos positivos, com destaque para Santa Catarina (+19 mil), Mato Grosso (+18.731) e Rio Grande do Sul (+18.421). Mato Grosso (1,9%), Santa Catarina (0,7%) e Goiás (0,7%) tiveram as maiores taxas de crescimento.

No acumulado de 12 meses até janeiro de 2026, o saldo de novos empregos com carteira assinada foi de 1.228.483. Com isso, o estoque de vínculos cresceu 2,6%, passando de 47.349.496 para 48.577.979 empregados.

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