
AGU suspende salário de procurador federal preso na Farra do INSS (Foto: Instagram)
A Advocacia-Geral da União (AGU) interrompeu o pagamento do salário do procurador federal Virgilio Oliveira Filho, preso desde novembro do ano passado devido ao escândalo conhecido como Farra do INSS. Ele recebia um salário de R$ 32.439,52, além de honorários que somavam cerca de R$ 15 mil, totalizando uma remuneração mensal de R$ 48 mil.
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Virgilio Oliveira Filho, que é servidor da AGU desde 2006, foi nomeado procurador-geral do INSS durante o auge do esquema de descontos indevidos de aposentados e pensionistas. Ele é acusado de ter recebido R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às associações sob investigação. A AGU justificou a suspensão do salário pela prisão preventiva, ordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.
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O entendimento dos órgãos internos da AGU foi de que a restrição da liberdade e a consequente ausência ao trabalho resultam na suspensão dos subsídios do procurador federal. A coluna tentou contato com a defesa de Virgilio Oliveira Filho, mas não obteve resposta.


