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Juíza libera suspeito de operar rede de laranjas para CV e Fictor citando antecedentes

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Thiago Branco de Azevedo, o “Ralado”, em apresentação à Justiça Federal em São Paulo (Foto: Instagram)

Ao conceder liberdade provisória ao suspeito de operar uma rede de laranjas supostamente utilizada pelo Comando Vermelho (CV) e pela holding de investimentos Fictor, a juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal de São Paulo, destacou a ausência de antecedentes criminais do investigado e a falta de indícios de crimes cometidos após o mandado de prisão.

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Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Ralado, foi um dos alvos da Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal no dia 25 do mês passado. Na ocasião, ele não foi encontrado pelas autoridades, mas se entregou dois dias depois em Piracicaba, acompanhado da esposa, Glaucia Juliana Iglesias, e do cunhado, Julio Ricardo Iglesias, que também receberam liberdade provisória.

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“Considerando que o delito não envolveu violência ou grave ameaça, e não havendo registros de antecedentes criminais ou descumprimento de medidas judiciais, reconsidero a prisão preventiva e entendo que medidas cautelares são suficientes para garantir a aplicação da lei penal”, afirmou Maria Isabel do Prado.

A juíza determinou a soltura de 15 pessoas, que não poderão se comunicar com outros investigados ou mudar de endereço. Para os suspeitos de envolvimento com a rede de laranjas, foi proibida a criação de novas empresas e movimentações financeiras em contas de terceiros. Já os gerentes bancários presos tiveram suas funções suspensas nas instituições financeiras.

Na mesma decisão, Maria Isabel do Prado manteve as prisões de dois investigados, Pedro Guilherme Gosmim e Luiz Guilherme da Silva Fermino, que teriam tentado fugir, além de três que estão foragidos.

As investigações indicam que Ralado criava empresas em nome de terceiros para obter empréstimos e financiamentos de forma fraudulenta, contando com a colaboração de gerentes bancários que recebiam propina para aprovar as operações.

O Ministério Público de São Paulo descobriu a atividade criminosa em 2024, em uma operação contra o Bando do Magrelo, que rivalizava com o PCC na região de Rio Claro. Posteriormente, o CV teria se aliado ao Bando do Magrelo, fornecendo armas e apoio logístico.

De acordo com a PF, Ralado também ofereceu seus serviços à Fictor, mantendo contato com Rafael Góis, CEO da holding. Em mensagens trocadas no final de 2023, Ralado sugeriu superfaturar uma empresa inativa para viabilizar operações, o que foi aceito por Rafael Góis.

Rafael foi alvo de busca e apreensão, com até R$ 47 milhões em bens bloqueados e sigilo bancário quebrado. As medidas também atingiram outras pessoas ligadas à Fictor, como o ex-sócio Luiz Rubini.

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