
Policial se entrega por tortura de empregada doméstica grávida (Foto: Instagram)
O policial militar Michael Bruno Lopes Santos, suspeito de colaborar com Carolina Sthela na tortura de uma empregada doméstica grávida de 19 anos, entregou-se à polícia nesta quinta-feira (7/5). Michael se apresentou após a prisão de Carolina no Piauí, onde tentava escapar da Justiça, conforme informações da Polícia Civil do Maranhão (PCMA).
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As investigações apontam que o crime ocorreu em 17 de abril, na residência da patroa, localizada em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís (MA). Michael, armado, teria imobilizado a doméstica enquanto Carolina a agredia e ameaçava.
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Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, agrediu-a com coronhadas e colocou uma arma em sua boca, suspeitando que a doméstica tivesse roubado uma joia. A patroa também afirmou que o policial ameaçou a vítima da mesma forma, sob a acusação de furto.
Presa no Piauí após decisão judicial, Carolina alegou que viajou ao estado para "cuidar do filho", mas a polícia considera a ação uma tentativa de fuga, já que ela não estava presente quando a polícia cumpriu um mandado de busca em sua casa no Maranhão.
A ausência de Carolina em casa levou a uma operação de inteligência interestadual. As investigações revelaram que ela havia se deslocado para o Piauí, sendo localizada e presa em um carro no trânsito. Ela foi transferida para São Luís, onde será interrogada. Michael, que não deixou o estado, se apresentou à polícia no mesmo dia.


