Leandra Leal utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (14/5) para pedir mais rigor na checagem de informações em programas de debate, após a repercussão de uma declaração de Juliano Cazarré durante participação na GloboNews, na última terça-feira (12/5).
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Na ocasião, o ator afirmou que “mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres” no Brasil, um dado que contraria registros oficiais sobre feminicídio e violência contra a mulher.
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Após a repercussão da declaração, Leandra postou um vídeo em seu Instagram defendendo que emissoras e programas jornalísticos façam checagem de fatos em tempo real para evitar que informações falsas sejam disseminadas ao público.
Nos comentários da publicação, vários artistas demonstraram apoio ao posicionamento da atriz e criticaram a fala de Cazarré. A atriz Dira Paes comentou: “Urgente”.
Camila Pitanga também elogiou a posição da colega de profissão. “Excelente”, escreveu.
O ator e ex-Fazenda Mateus Carrieri foi além e criticou diretamente a declaração feita por Cazarré.
> “Ainda bem que o dado apresentado foi tão absurdo que levantou muita indignação de todos após o programa! E você tá completamente certa! Deveria ter sido questionado na hora da fala”, afirmou. A atriz Letícia Spiller também se manifestou: “É sobre isso”, escreveu.
Alexandre Nero e Carol Castro também passaram pela publicação e deixaram mensagens em apoio ao posicionamento de Leandra.
Ao comentar a repercussão do caso, Leandra Leal defendeu uma postura mais ativa do jornalismo diante da disseminação de informações falsas e afirmou que a checagem precisa acontecer ainda durante os debates televisivos.
> “Como é que a gente vai lidar com a fake news? Como é que a gente vai combater a fake news? Eu acho que uma das coisas que a gente tem que fazer é interferir no momento que ela começa. Então, eu gostaria de pedir um comportamento do jornalismo brasileiro que é, sim, de interferir quando uma fake news está acontecendo, principalmente em programas de debate”, afirmou a atriz.
Na sequência, Leandra Leal reforçou que opiniões diferentes fazem parte de debates, mas pontuou que dados distorcidos não podem ser tratados como verdade.
“Programa de debate é normal que uma pessoa apresente um dado para comprovar o seu ponto de vista, mas o jornalismo não pode permitir que sejam apresentados dados distorcidos, que não são reais, não são verdadeiros”, declarou.
A artista ainda alertou para o risco da desinformação ganhar força nas redes sociais após ser exibida na televisão.
“É muito perigoso quando um dado distorcido é colocado dentro de um programa de TV e depois ele é replicado, amplificado pela internet e ele começa a ganhar uma roupagem de como se ele fosse verdadeiro. E não é. Fake news é fake news. Uma mentira repetida mil vezes não vai virar verdade”, completou.


