
Agente da Polícia Federal analisa equipamentos apreendidos em operação contra migração irregular (Foto: Instagram)
A Polícia Federal (PF) desarticulou uma organização criminosa especializada em facilitar a migração irregular de brasileiros para a Europa. O grupo utilizava documentos cartorários falsificados para criar um parentesco italiano fictício.
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A operação, desencadeada na última quarta-feira (27/5), é uma continuação de uma investigação iniciada em 2021. Naquela ocasião, surgiram evidências de que um incêndio ocorrido no cartório de Itapemirim, no Espírito Santo (ES), em 2022, poderia ter sido proposital para eliminar provas.
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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades capixabas de Itapemirim e Marataízes, além de ações no Rio de Janeiro (RJ) e em Goiânia (GO).
Diversas medidas cautelares também foram adotadas, incluindo a retenção de passaportes, proibições de saída do país, bloqueio de valores e sequestro de bens móveis e imóveis.
Os celulares dos suspeitos foram apreendidos para perícia, assim como documentos relacionados à investigação.
Os envolvidos podem ser acusados de crimes como associação criminosa, promoção de migração ilegal, falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documentos falsos, peculato, corrupção ativa e passiva, além de outros delitos que possam ser identificados durante as investigações.


