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Equipe de Flávio Bolsonaro reage a pedido de investigação da PGR por viagem aos EUA

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Pré-campanha de Flávio Bolsonaro rebate pedido de investigação na PGR (Foto: Instagram)

A equipe de pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou neste sábado (30/5) contra a solicitação feita por parlamentares da base do governo Lula à Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a atuação de Flávio durante sua viagem aos Estados Unidos nesta semana.

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O pedido, assinado por membros do Psol e da Rede Sustentabilidade, solicita que a PGR apure se Flávio violou a soberania nacional ao pedir ao governo dos EUA que classifique as facções PCC e CV como organizações terroristas.

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Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma evidência de que a esquerda brasileira tenta usar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.

Uma nota enviada ao Metrópoles, assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), destaca que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.

“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, acrescenta.

Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.

Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e CV como “organizações terroristas estrangeiras” na última quinta-feira (28/5).

Os grupos brasileiros foram incluídos em duas listas: Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras.

A medida foi anunciada dois dias após o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca.

O governo federal criticou a medida, afirmando que pode comprometer a soberania do Brasil, classificando-a como um “retrocesso no combate ao crime, um risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país”.

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