Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

Ricardo Nunes defende produtora Karina Gama e critica investigação policial

Date:


Ricardo Nunes defende empresária alvo da Operação Wi-Fi Livre SP (Foto: Instagram)

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), elogiou Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up Entertainment, que foi alvo de uma operação de busca e apreensão pela Polícia Civil nesta segunda-feira (1º/6). A produtora é responsável pelo filme Dark Horse, que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

“Eu considero Karina uma pessoa decente, uma mulher trabalhadora. Alguém que, como qualquer outra, está batalhando e que conhece Bolsonaro, por isso está passando por essa situação”, declarou o prefeito em entrevista a jornalistas.

++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece

O comentário foi feito enquanto Nunes respondia sobre a Operação Wi-Fi Livre SP, da Polícia Civil, que investiga possíveis irregularidades em um contrato firmado pela Prefeitura de São Paulo com outra empresa representada por Karina, o Instituto Conhecer Brasil (ICB).

O contrato visava instalar pontos de wi-fi em diversos locais da cidade. De acordo com a Polícia Civil, enquanto a empresa pública Prodam cobrava R$ 306 pela manutenção mensal por ponto, o acordo com o ICB estipulou um pagamento fixo de R$ 1.800 por ponto, um valor significativamente acima dos padrões de mercado, conforme a investigação.

O inquérito também busca determinar se parte dos recursos foi destinada ao financiamento do filme de Bolsonaro. Nesta segunda-feira, a polícia também realizou buscas na sede da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), atualmente sob a direção de Humberto de Alencar.

Nunes negou a existência de verba municipal no financiamento da produção e afirmou que, se a operação foi motivada pela ligação de Karina com o ICB e a produtora do Dark Horse, seria um caso de “perseguição política”.

“Estão investigando um contrato de 2024 com a Prefeitura por causa do filme? Isso é sério, é perseguição política”, afirmou o prefeito. “Eu tenho empresa de embalagem, tenho fazenda, tenho várias atividades, e eu sou prefeito. Qual o problema de uma pessoa ter várias atividades? Se essa é a motivação [a relação de Karina com o filme], eu acho isso grave.”

O prefeito mencionou que conheceu Karina durante o evento “Expo Cristã”, mas que não mantém contato com ela.

Ele afirmou que equipes da prefeitura não encontraram irregularidades no contrato do ICB, mas caso a Polícia identifique algo errado, a gestão tomará medidas rigorosas.

Nunes expressou estranheza ao relatar que a Polícia Civil cumpriu mandados na secretaria municipal em busca de documentos que já estariam disponíveis aos investigadores.

“A Polícia Civil esteve lá [na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia]. O que eles levaram de informação da secretaria? Aquilo que está disponível para eles e para todos vocês, público. A prestação de contas está no SEI, que é o processo da prefeitura, público, vocês podem entrar agora e acessar. Aquilo que eles levaram hoje, eles já haviam pedido, mesmo estando público, nós já havíamos enviado. Então, olha só, eles pediram, nós enviamos, está público, eles foram lá e pegaram o pendrive com aquelas mesmas informações”, disse.

INVESTIGAÇÃO
As autoridades investigam possíveis irregularidades no termo de colaboração entre a SMIT e o instituto, representado por Karina Ferreira da Gama, para a instalação de Wi-Fi em comunidades periféricas da cidade. As investigações revelaram falhas graves e indícios de conduta ilegal desde o início da contratação.

ENTENDA AS SUSPEITAS

  • Falta de capacidade técnica: a polícia apontou que apenas o ICB participou do chamamento público, uma entidade sem experiência no setor de telecomunicações, atuando apenas em feiras de livros e eventos religiosos.
  • Superfaturamento: enquanto a Prodam cobrava R$ 306 pela manutenção mensal por ponto, o acordo com o ICB estipulou R$ 1.800 fixos por ponto, um valor injustificadamente superior aos padrões de mercado.
  • Descumprimento de metas e fraude em aditivos: a entidade instalou apenas 3.200 dos 5.000 pontos previstos. Para ocultar a demora, foram celebrados três termos aditivos em curtos intervalos de tempo.
  • Pagamentos indevidos e antecipados: a administração municipal teria antecipado R$ 26 milhões sem a devida contraprestação. Foram identificados repasses para 3.200 pontos, quando, na realidade, apenas seis funcionavam no período.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Bruna Biancardi esclarece vídeo de Mavie irritada: “Não estava”

Horas após a vitória do Brasil por 6 a...

Criança atacada por tubarão em Pernambuco necessita de doação de sangue

Hospital da Restauração solicita doação...

Margareth Serrão critica ofensas a Virginia Fonseca no Maracanã

A empresária Margareth Serrão, mãe da influenciadora Virginia Fonseca,...
Translate »