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Divórcio de Virginia e Zé Felipe é finalizado, mas divisão de patrimônio milionário segue indefinida

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O processo de divórcio entre a influenciadora Virginia Fonseca e o cantor Zé Felipe foi oficialmente concluído após três semanas de trâmites na Justiça de Goiás. No entanto, a divisão do vasto patrimônio construído durante os mais de quatro anos de casamento ainda está pendente e será decidida judicialmente.

Juntos, o ex-casal acumulou uma fortuna estimada entre R$ 400 e R$ 450 milhões. Entre os principais ativos estão empresas como a WePink, marca de cosméticos fundada por Virginia, com faturamento anual superior a R$ 200 milhões, e a Talismã Digital, voltada à produção de conteúdo e agenciamento artístico. Mesmo que cada empresa esteja registrada em nome de um dos dois, especialistas apontam que, por terem sido criadas durante o casamento e sem contrato de separação de bens, esses ativos entram na partilha.

O patrimônio inclui ainda imóveis de alto padrão: duas mansões em Goiânia (avaliadas em R$ 27 e R$ 29 milhões), um imóvel em Mangaratiba (RJ) estimado em R$ 20 milhões, e dois apartamentos em São Paulo, que somam até R$ 16 milhões. Além disso, o casal possui dois jatos particulares, um deles presente de Virginia a Zé Felipe, avaliado em R$ 40 milhões.

Os direitos autorais das músicas de Zé Felipe também entram na divisão. Segundo a advogada Estela Nunes, os rendimentos gerados por essas obras durante o casamento — como royalties e cachês — são considerados frutos civis e, portanto, partilháveis.

Parte do patrimônio está vinculada a holdings, que podem facilitar a divisão por já preverem cláusulas específicas para casos de separação. Nesse modelo, o que se divide são as participações societárias (quotas ou ações), e não os bens diretamente.

Apesar de já terem definido a guarda dos filhos e o valor da pensão, Virginia e Zé Felipe optaram por deixar a partilha de bens fora do acordo inicial. O novo processo judicial deve tratar exclusivamente da divisão patrimonial. Especialistas alertam que, devido à complexidade dos bens e à necessidade de avaliações técnicas, o processo pode durar anos, a menos que as partes optem por arbitragem, o que reduziria o tempo para até dois anos.

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