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Mulher condenada por assassinato brutal dá resposta pertubadora antes de ser executada

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Lisa Montgomery entrou para a história dos Estados Unidos como a primeira mulher a ser executada pelo governo federal em quase 70 anos. Seu caso, marcado por detalhes chocantes e controvérsias legais, ainda provoca debates entre especialistas e defensores dos direitos humanos.

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Em 2004, Lisa viajou até a cidade de Skidmore, no Missouri, com um plano aterrorizante. Fingindo estar grávida, ela visitou Bobbie Jo Stinnett, uma jovem grávida de 23 anos que conheceu em um fórum online sobre cães da raça rat terrier. Ao chegar à casa da vítima, Lisa a atacou violentamente e realizou uma cesariana forçada, retirando o bebê do útero da mulher.

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No dia seguinte, as autoridades encontraram Lisa em sua residência no Kansas, tentando passar o bebê como seu. A criança, surpreendentemente, estava viva e foi entregue ao pai biológico. Poucas horas depois da descoberta do corpo de Bobbie Jo, Lisa foi presa.

Durante o julgamento, a defesa argumentou que Lisa sofria de sérios distúrbios mentais, consequência de uma infância marcada por abusos físicos e sexuais. Laudos médicos apontavam danos cerebrais e crises psicóticas. Mesmo assim, em 2007, ela foi considerada culpada por homicídio e sequestro, sendo sentenciada à pena de morte.

Por mais de dez anos, seus advogados apelaram da decisão, alegando que sua condição mental tornava a execução ilegal. Em janeiro de 2021, um juiz chegou a suspender temporariamente a sentença, alegando que Lisa não compreendia plenamente o motivo de sua punição. No entanto, a Suprema Corte anulou a suspensão pouco depois.

Na madrugada de 13 de janeiro de 2021, Lisa Montgomery foi executada por injeção letal na penitenciária de Terre Haute, em Indiana, aos 52 anos. Questionada sobre suas últimas palavras, respondeu apenas: “não”.

Após a execução, sua advogada, Kelley Henry, criticou duramente a decisão do governo de Donald Trump, afirmando que o Estado escolheu tirar a vida de uma mulher mentalmente comprometida. O caso reacendeu discussões sobre a pena de morte em pessoas com histórico de doenças mentais, especialmente entre mulheres. Um dos próximos casos em destaque é o de Christa Gail Pike, cuja execução está prevista para 2026 no Tennessee.

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