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Mãe agride filha, grava e envia vídeo ao companheiro no DF

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Terror doméstico: ursinho esquecido em cama reflete a dor de menina agredida (Foto: Instagram)

Uma menina de 1 ano e 1 mês foi vítima de agressão pela própria mãe, em sua casa no Itapoã (DF). A mulher registrou toda a violência em vídeo e enviou as imagens para o pai da criança. O portal Metrópoles teve acesso ao material, mas optou por não divulgá-lo devido à sua brutalidade.

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Nas gravações, a mãe aparece dando dois tapas no rosto da criança, que está sentada em uma cama, e depois a empurra, fazendo-a chorar. Ela ainda aponta uma faca para a menina e insinua ao pai que poderia matá-la.

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Segundo familiares do lado paterno, os pais da criança tiveram uma discussão em 17 de março, onde o pai teria agredido a mãe e fugido. As agressões da mãe ocorreram no dia seguinte e foram uma tentativa de intimidar o parceiro.

Em 25 de março, a família paterna teve acesso aos vídeos. “Ficamos muito assustados e registramos um boletim de ocorrência no mesmo dia”, relata uma parente, que preferiu não se identificar.

Depois de tomar conhecimento do vídeo, a Polícia Civil do DF (PCDF) iniciou buscas pela criança, mas não a encontrou de imediato. No dia seguinte, o Conselho Tutelar do Park Way informou que a criança e a mãe estavam em um abrigo. A PCDF foi ao local, prendeu a mãe e resgatou a menina.

Atualmente, a criança está sob os cuidados da avó paterna no Lago Norte (DF). A mãe foi presa, mas liberada em seguida.

Após o registro do boletim de ocorrência, o Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) emitiu uma medida protetiva contra a mãe, proibindo-a de se aproximar da filha. O mesmo ocorreu com o pai, que também está impedido de se aproximar da criança.

Para a família paterna, esta é a melhor solução para evitar novos abusos. “Eles têm um histórico de agressões e levavam a criança para bares até altas horas. Estamos reunindo provas para evitar que ela volte a essa rotina”, afirma uma parente.

O Conselho Tutelar revelou que a criança vivia em condições precárias. “A casa estava suja, as roupas rasgadas e não havia comida ou brinquedos. Queremos que ela tenha paz e segurança”, conclui a familiar.

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