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Possível candidatura de Pablo Marçal ao Senado preocupa PP em São Paulo

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Pablo Marçal em entrevista de TV (Foto: Instagram)

No meio de um conflito sobre o controle da ala paulista da federação entre PP e União, membros de ambos os partidos começaram a considerar a possibilidade de o União Brasil lançar o influenciador Pablo Marçal, que se filiou no mês passado, como candidato ao Senado.

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Embora atualmente inelegível, Marçal afirma que suas condenações na Justiça Eleitoral não são definitivas e que ainda poderia reverter a situação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Esse movimento seria um golpe nos planos de candidatura do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que até agora é um dos principais nomes para o Senado dentro das alianças do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Membros dos dois partidos acreditam que Marçal poderia conquistar parte do eleitorado de Derrite, ameaçando a campanha do ex-secretário da Segurança Pública.

Publicamente, o líder do União Brasil em São Paulo, Milton Leite, nega que Marçal será candidato ao Senado, afirmando que ele buscará uma vaga na Câmara dos Deputados.

Nos bastidores, porém, aliados acreditam que a ameaça de lançar Marçal ao Senado pode ganhar força se o PP insistir em colocar Ciro Nogueira para comandar a federação no estado.

O Metrópoles apurou que a possibilidade de Marçal ser candidato acendeu um alerta no PP, que vê isso como uma quebra de acordo entre os partidos e com Tarcísio. Na segunda-feira (13/4), Ciro Nogueira se reuniu com o governador no Palácio dos Bandeirantes para discutir a chapa.

AMEAÇA DE “IMPLOSÃO”
Se confirmada, a indicação de Ciro Nogueira para liderar o grupo em São Paulo pode enfraquecer Milton Leite, que ameaça "implodir" a federação caso o PP assuma o controle no estado.

Na segunda-feira (13/4), o diretório estadual do União emitiu uma nota recusando ser "governado por procuração" e repudiando qualquer articulação para entregar o comando da federação a lideranças externas, mesmo que seja ao senador Ciro Nogueira, por quem têm respeito.

O deputado federal Alexandre Leite, filho de Milton e presidente estadual do União, mencionou "tentativas sorrateiras de extorsão" por parte do PP.

"O PP estadual e nacional precisam entender que parcerias se constroem com diálogo e respeito mútuo, e não por meio de tentativas sorrateiras de extorsão. Não permitiremos que o esforço de nossos parlamentares e candidatos seja colocado a serviço de projetos que ignoram as prioridades de São Paulo".

O União Brasil também declarou que, se a nomeação do parlamentar do Piauí como presidente da federação em São Paulo prevalecer, trabalhará para inviabilizar qualquer aliança e causará instabilidade no projeto eleitoral.

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