
Mulher aprecia aroma de café; genética define efeitos da bebida (Foto: Instagram)
Presente na rotina de milhões de brasileiros, o café oferece diversos benefícios à saúde. No entanto, a resposta individual à bebida pode variar devido a fatores genéticos, especialmente os genes CYP1A2 e ADORA2, segundo a nutricionista Michelle Ferreira, especialista em nutrição para saúde da mulher e fertilidade.
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Conforme a variação genética, uma pessoa pode metabolizar a cafeína de forma rápida ou lenta. No primeiro caso, a cafeína pode trazer vantagens como aumento de foco, melhora no desempenho físico, auxílio no metabolismo, redução de risco de doenças neurodegenerativas, melhora no humor e potencial contribuição para a longevidade, desde que consumida adequadamente.
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Por outro lado, se a metabolização for lenta, a cafeína pode permanecer no organismo por mais tempo, o que pode resultar em ansiedade, insônia, taquicardia e hipertensão, especialmente se consumida em excesso, alerta a nutricionista do Instituto Nutrindo Ideais.
Portanto, é crucial estar atento ao consumo de café. Indivíduos que sofrem de ansiedade, insônia, estão tentando engravidar ou têm problemas gastrointestinais devem ser cautelosos e avaliar a quantidade ingerida.
DICAS DE CONSUMO
- Consumir até 2–3 xícaras por dia (cerca de 200 a 300 mg de cafeína) é geralmente seguro, recomenda a profissional.
- Evite o consumo após as 16h se você tem dificuldade para dormir.
- Evite adoçar. O excesso de açúcar e adoçantes artificiais pode ser prejudicial à saúde.


