
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, é conduzido por agentes da Polícia Federal em Brasília. (Foto: Instagram)
O diretor-executivo da Polícia Federal, William Murad, declarou que a operação realizada nesta quinta-feira (16/4), que resultou na prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, teve como alvo a “corrupção de gestores”.
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Murad explicou: “O foco foi a corrupção dos gestores e todo o esquema de lavagem de dinheiro decorrente desses atos, que se conectam com a primeira parte da operação”.
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Na nova fase da Operação Compliance Zero, Paulo Henrique Costa foi preso em seu apartamento em Brasília. Ele é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um esquema que envolveria recursos do Banco Master para aprovar a compra de carteiras fraudulentas.
A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que é o relator do caso na Corte.
A Polícia Federal está investigando se o ex-presidente do BRB recebeu R$ 140 milhões de Daniel Vorcaro como propina para facilitar a aquisição do banco por uma instituição financeira de Brasília.
O pagamento teria sido feito por meio de imóveis em Brasília e São Paulo. Informações obtidas pelo Metrópoles indicam que seriam quatro na capital paulista e dois na capital federal.
O advogado Daniel Monteiro também foi preso. Ele é suspeito de ter participado na montagem da estrutura financeira utilizada para ocultar valores relacionados à negociação entre o BRB e o Banco Master.


