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Operação no Rio mira pirâmide financeira com prejuízo de R$ 7 milhões

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Agentes da PCERJ durante operação contra pirâmide financeira no Centro do Rio (Foto: Instagram)

Na manhã desta sexta-feira (17/4), a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou uma operação contra um esquema de pirâmide financeira que usava empresas de fachada e promessas de lucros irreais. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) também apresentou denúncia, apontando um prejuízo superior a R$ 7 milhões para dezenas de vítimas.

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No total, 11 pessoas foram acusadas de organização criminosa, estelionato e crimes contra a economia popular. Algumas delas foram presas nesta sexta-feira.

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A investigação revelou que o grupo criou pelo menos 19 empresas, principalmente ligadas aos grupos LGO e A&C, que operavam no mesmo endereço no Centro do Rio. Essas empresas não tinham autorização para atuar no mercado financeiro e eram frequentemente substituídas quando começavam a chamar a atenção das autoridades ou acumulavam ações judiciais, permitindo que o esquema continuasse ativo mesmo sob investigação.

O modelo seguia o padrão clássico de pirâmide, prometendo rendimentos mensais de até 3% e oferecendo “soluções financeiras”, como quitação de dívidas. Na prática, os valores prometidos eram muito superiores aos praticados no mercado, o que indicava um alto risco.

O grupo agia de forma organizada para captar investidores, utilizando redes sociais, reuniões e apresentações comerciais, além de um discurso de “oportunidade segura”. Após o primeiro investimento, as vítimas recebiam pagamentos iniciais como forma de gerar confiança.

Com a credibilidade estabelecida, o esquema avançava. Os investidores eram incentivados a investir valores maiores e a indicar novas pessoas, e o dinheiro dos novos participantes sustentava os pagamentos iniciais.

PREJUÍZOS MILIONÁRIOS
Entre os casos identificados, há vítimas que perderam quantias significativas. Um dos investidores sofreu um prejuízo de cerca de R$ 1,5 milhão. Outras pessoas chegaram a fazer empréstimos para investir, acreditando nas promessas de retorno.

Segundo o MPRJ, a organização era dividida por funções, com articuladores principais responsáveis pela estrutura do esquema, captadores encarregados de atrair novos investidores e uma equipe de divulgação atuando em redes sociais e contatos diretos. A investigação aponta que o grupo continuou suas atividades mesmo após operações policiais anteriores, reforçando a suspeita de atuação contínua.

O Ministério Público solicitou a condenação dos envolvidos e a reparação mínima de R$ 1,59 milhão às vítimas, sem prejuízo de outras ações na esfera cível.

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