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Nutricionista Matheus Maestralle lista 7 alimentos que podem piorar enxaquecas

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Mulher acometida por enxaqueca tenta alívio no sofá (Foto: Instagram)

Pessoas que sofrem de enxaqueca frequentemente recebem conselhos sobre o que devem ou não consumir. O nutricionista Matheus Maestralle afirma que a dieta é um dos fatores mais ligados às crises. Contudo, essa relação varia de pessoa para pessoa, embora alguns alimentos comuns, como o chocolate, sejam frequentemente citados como possíveis causadores dessa condição neurológica crônica.

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Em conversa com a coluna de Claudia Meireles, Matheus Maestralle explicou que os chamados "gatilhos alimentares" podem agir de diferentes formas no corpo, e que a eliminação de certos alimentos deve ser feita de maneira personalizada.

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"Os desencadeantes incluem substâncias que podem alterar a atividade cerebral, vasos sanguíneos ou neurotransmissores relacionados à dor. Entre os alimentos mais associados às crises estão bebidas alcoólicas, especialmente o vinho tinto, embutidos, alimentos ultraprocessados, queijos maturados, chocolate, adoçantes artificiais e produtos ricos em cafeína", destaca.

Matheus Maestralle esclarece que muitos dos alimentos considerados "vilões" para quem tem enxaqueca contêm substâncias que podem sensibilizar pessoas predispostas à condição.

"A tiramina, a histamina, os nitratos, os nitritos e o glutamato monossódico são substâncias bastante estudadas por seu potencial de desencadear sintomas em indivíduos suscetíveis. No entanto, a sensibilidade é bastante individual e nem sempre há uma relação direta de causa e efeito", explica.

Pular refeições ou ficar muitas horas sem comer também pode agravar a situação. O especialista também alerta que oscilações na glicemia e aumento do estresse fisiológico podem facilitar o surgimento das crises.

"A orientação mais eficaz é o acompanhamento individualizado, identificando os gatilhos específicos de cada paciente, evitando restrições alimentares."

Além da alimentação, o nutricionista ressalta que certos hábitos diários também podem contribuir para o aparecimento das crises.

"Recomenda-se manter horários regulares para as refeições, garantir boa hidratação, priorizar uma rotina adequada de sono e observar possíveis padrões entre a alimentação e os sintomas", orienta.

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