
Lilmara Neto Oliveira em evento social, apontada como principal suspeita de fraude na rede Cacau Show (Foto: Instagram)
Franqueados da rede Cacau Show alegam ter sido vítimas de um esquema de estelionato e fraude corporativa, que teria causado um prejuízo superior a R$ 240 mil. Lilmara Neto Oliveira, ex-consultora da rede, é apontada nas investigações como uma das principais suspeitas. Empresários afirmam que, após o início das investigações, ela parou de manter contato e não respondeu aos franqueados.
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As investigações estão a cargo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), conduzidas pela 32ª Delegacia de Polícia, em Samambaia. Relatos indicam que Lilmara gerenciava o fluxo de caixa e pagamentos, e que o esquema teria iniciado em janeiro de 2024, sem que os empresários percebessem. Quando os desvios foram descobertos, alguns franqueados já enfrentavam dificuldades financeiras.
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Em processos anteriores, Lilmara foi investigada por estelionato no Pará, em 2023, mas o caso foi arquivado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) por falta de provas. Ela também foi investigada por prometer "limpar o nome" de um casal no DF, mas o processo foi encerrado devido à falta de comprovação de que ela teria recebido o pagamento.
A ex-consultora foi condenada por não pagar cheques emitidos. A coluna Na Mira tentou contato com Lilmara para comentar o caso, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.



