
Jair Bolsonaro confere o relógio antes de depoimento por videoconferência (Foto: Instagram)
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) requisitou permissão para interrogar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no inquérito que investiga a apreensão de uma pistola registrada em nome do ex-mandatário, encontrada com um agente do GSI durante uma blitz no Distrito Federal.
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O pedido foi enviado na tarde desta quinta-feira (18/6) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela execução penal de Bolsonaro.
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De acordo com a corporação, uma tentativa de intimação pessoal não foi bem-sucedida, pois a equipe de escolta de Bolsonaro impediu a realização do ato.
A PCDF planeja ouvir o ex-presidente por videoconferência no dia 24 de junho, às 15h.
A investigação está sob a responsabilidade da 17ª Delegacia de Polícia, localizada em Taguatinga Norte.
INQUÉRITO
Durante o depoimento, o policial militar que realizou a abordagem relatou que o integrante do GSI alegou trabalhar para Bolsonaro e, ao ser questionado pelos agentes, informou que a pistola pertencia ao ex-presidente.
Segundo o agente, a arma foi entregue a ele na própria segunda-feira para verificar uma falha mecânica. A intenção, conforme o depoimento, era finalizar o serviço e devolver o armamento na terça-feira (16/6).
Diante disso, a PCDF abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da posse e circulação da arma e informou ao ministro Alexandre de Moraes sobre a abertura da investigação.
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