A situação jurídica de Anna Carolina Jatobá voltou a ganhar um novo capítulo. Segundo informações divulgada pela coluna de Fábia Oliveira, uma petição protocolada na Justiça de São Paulo pede a anulação da progressão para o regime aberto concedida à condenada pela morte de Isabella Nardoni e levanta a hipótese de que ela esteja vivendo sob uma espécie de cárcere privado.
De acordo com a coluna, o pedido foi apresentado na quarta-feira (8), na 1ª Vara das Execuções Criminais de Taubaté, pelo ativista Agripino Magalhães, presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, por meio do advogado Francisco Angelo Carbone Sobrinho.
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Ainda conforme a publicação, a petição sustenta que o processo que resultou na progressão de regime de Anna Carolina Jatobá teria sido beneficiado por supostas irregularidades ocorridas durante o período em que ela esteve na Penitenciária Feminina de Tremembé.
O documento afirma que Antônio Nardoni, avô de Isabella, teria desenvolvido uma relação de “amizade” com a diretora da unidade prisional. Segundo a petição, essa proximidade teria garantido livre acesso ao presídio e possibilitado a concessão de supostos privilégios à nora.
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Entre as alegações reunidas pela coluna de Fábia Oliveira estão depoimentos atribuídos à agente penitenciária Elisa. A testemunha afirma que Anna Carolina Jatobá recebeu um colchão ortopédico dentro da cela e ocupou um cargo de chefia na unidade prisional, situação que teria permitido a redução da pena por meio do trabalho.
Segundo a petição, a progressão ao regime aberto estaria comprometida por supostas fraudes e por informações classificadas como ideologicamente falsas que teriam sido produzidas pela direção da penitenciária.
Outro trecho do documento, de acordo com a coluna, afirma que Antônio Nardoni teria atuado para impedir que Anna Carolina Jatobá o incriminasse formalmente perante as autoridades.
Por fim, a petição também levanta a hipótese de que, desde que deixou a prisão em 2023, Anna Carolina Jatobá esteja vivendo sob uma espécie de cárcere privado imposto pelo sogro. Segundo o documento, ela permaneceria sob o domínio de Antônio Nardoni até o eventual esgotamento do prazo de prescrição de possíveis crimes pelos quais ele pudesse vir a ser responsabilizado.














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