A batalha judicial entre Fernanda Lima e a Prada Administradora ganhou um novo capítulo. Segundo informações da coluna Fábia Oliveira, a Justiça de São Paulo determinou a realização de uma perícia para esclarecer pontos centrais da disputa envolvendo a gestão financeira da apresentadora e a empresa responsável por seu planejamento patrimonial desde 2021.
Conforme publicado pela colunista, o impasse começou após o encerramento da relação contratual, em 2025. A Prada Administradora alega que Fernanda Lima deixou de pagar aproximadamente R$ 106 mil referentes aos serviços finais previstos no contrato e, por isso, ingressou com uma ação de cobrança.
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Ainda de acordo com a coluna, a apresentadora contesta a cobrança. Ela afirma que decidiu rescindir o contrato após identificar falta de transparência nos relatórios apresentados, investimentos de alto risco incompatíveis com seu perfil e aplicações que, segundo ela, não haviam sido autorizadas. Fernanda também pediu à Justiça a suspensão da cobrança e que não houvesse bloqueio de seus bens até a conclusão da análise do caso.
A decisão foi proferida no último dia 13 pelo juiz da 32ª Vara Cível do Foro Central do Tribunal de Justiça de São Paulo, no âmbito da ação de embargos à execução apresentada por Fernanda Lima para questionar a cobrança feita pela empresa.
Segundo a publicação, a perícia deverá esclarecer quais serviços foram efetivamente prestados pela Prada Administradora, se os investimentos realizados em nome da apresentadora eram adequados ao seu perfil e se essas aplicações foram devidamente explicadas durante a vigência do contrato.
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O perito também ficará responsável por avaliar se Fernanda Lima sofreu prejuízos em decorrência dos investimentos administrados pela empresa, além de apontar qual das partes deu causa à rescisão contratual e se há obrigação de pagamento de multa por parte da apresentadora.
Conforme informou a coluna Fábia Oliveira, as partes ainda deverão se manifestar sobre o profissional indicado pelo juiz para conduzir a perícia. Os honorários serão divididos igualmente entre Fernanda Lima e a Prada Administradora. Enquanto os embargos à execução e a produção da prova pericial estiverem em andamento, a ação de cobrança movida pela empresa permanecerá suspensa.














