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Mãe atira no rosto de seu bebê e motivação perturba até policiais (Foto: Reprodução/The Mirror) -
Madeline Veronique Daly, de 36 anos, se declarou culpada pelo homicídio em primeiro grau do filho Basil Stoner, de 11 meses, no Novo México, nos Estados Unidos. (Foto: Reprodução/6th Judicial District Attorney) -
Segundo a investigação, Daly levou o bebê do Wyoming para o Novo México contrariando uma decisão judicial que havia concedido a guarda emergencial ao pai. (Foto: Reprodução) -
Policiais localizaram a mulher em uma propriedade rural e a viram correr em direção a um trailer, onde posteriormente encontraram Basil ferido por um disparo no rosto. (Foto: Reprodução) -
Durante o interrogatório, Daly afirmou que levou o filho para outro estado porque não queria que ele viajasse entre Nebraska e Wyoming duas vezes por mês. (Foto: Reprodução/Washakie County Sheriff’s Office)
Madeline Veronique Daly, de 36 anos, admitiu ter sequestrado o filho Basil Stoner, de 11 meses, e matado o bebê dentro de um trailer no Novo México, nos Estados Unidos. Segundo a investigação, ela levou a criança do Wyoming para outro estado contrariando uma ordem judicial que havia concedido a guarda emergencial ao pai.
Daly se declarou culpada, na quarta-feira (26), pelo crime de homicídio em primeiro grau. Ela pode receber pena de prisão perpétua.
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Em dezembro de 2025, a mulher levou Basil para uma propriedade rural no Novo México. Policiais do condado de Grant foram até o local depois de tomarem conhecimento de que havia contra ela uma acusação de sequestro no Wyoming.
Os agentes localizaram Daly em uma construção da propriedade e perceberam quando ela correu em direção a um trailer. Pouco depois, ouviram um disparo. Ao entrarem no veículo, encontraram o bebê ferido por um tiro no rosto. Basil não resistiu.
Durante o interrogatório, a mulher afirmou que havia levado o filho porque não queria que o pai tivesse a guarda e que o bebê viajasse entre Nebraska e Wyoming duas vezes por mês. Ela também disse às autoridades que acreditava estar mantendo a criança “segura”.
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Segundo o relato apresentado pelos investigadores, a mãe afirmou que considerava que a morte do filho “valeria a pena” caso isso impedisse o pai e os familiares paternos de voltarem a ter contato com Basil.
Quando questionada sobre o que pensou ao perceber a aproximação dos policiais, Daly respondeu: “Jake não pode ficar com Basil”.
Ela também alegou que o filho “estaria em perigo e seria abusado” e afirmou que o pai “nunca quis ter nada a ver com o menino, nem financeiramente, fisicamente e nem emocionalmente”.
A criança havia sido retirada da convivência com a mãe após uma decisão judicial que concedeu ao pai a guarda emergencial. Mesmo diante da determinação, Daly atravessou a fronteira entre os estados com o bebê, o que levou às acusações de sequestro.
Após a prisão, a mulher continuou sustentando que suas ações tinham como objetivo proteger o filho. A investigação, porém, apontou que ela foi responsável pelo disparo que matou Basil dentro do trailer.
Com a declaração de culpa pelo homicídio em primeiro grau, Daly agora aguarda a definição da pena, que pode chegar à prisão perpétua.







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