Após anos de luta, mulher recupera a guarda das filhas gêmeas e o pior acontece

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A norte-americana Jarmecca “Nikki” Whitehead, de 34 anos, foi morta pelas filhas gêmeas Tasmiyah e Jasmiyah Whitehead, então com 16 anos, depois de voltar a morar com as adolescentes por determinação judicial. O crime aconteceu em 13 de janeiro de 2010, em Conyers, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, após anos de conflitos envolvendo a convivência entre mãe e filhas.

As adolescentes haviam sido criadas pela bisavó, Della Frazier. Em 2007, quando as meninas tinham 13 anos, Nikki buscou novamente a custódia das filhas. A convivência, porém, foi marcada por conflitos, que chegaram a envolver brigas físicas, acompanhamento e passagens pelo tribunal juvenil.

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A bisavó voltou a ficar com a guarda das adolescentes, mas a situação mudou novamente no início de 2010. Em 5 de janeiro daquele ano, a Justiça determinou que Tasmiyah e Jasmiyah retornassem para a casa da mãe durante um período experimental de duas semanas. As gêmeas eram contrárias à decisão.

O período de convivência terminou oito dias depois. Em 13 de janeiro, Nikki morreu após uma briga com as filhas. Tasmiyah admitiria posteriormente ter participado com a irmã do confronto que terminou com a mãe esfaqueada.

As duas adolescentes foram presas em maio de 2010 e inicialmente acusadas de assassinato. Os processos avançaram durante os anos seguintes até que, em 2014, ambas admitiram participação na morte da mãe e se declararam culpadas pela acusação menos grave de homicídio voluntário.

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Tasmiyah recebeu uma sentença de 30 anos em janeiro de 2014. No mês seguinte, Jasmiyah também se declarou culpada e recebeu a mesma pena.

Mais de 16 anos depois do crime, o caso voltou a ganhar repercussão. Tasmiyah foi libertada em liberdade condicional em 5 de agosto de 2026, após permanecer mais de 16 anos sob custódia, período que inclui os anos em que ficou presa antes de sua condenação. Os registros estaduais indicam que sua liberdade condicional segue até 19 de maio de 2040.

Jasmiyah permanece presa. A análise de sua liberdade condicional está prevista para março de 2028. A data representa a possibilidade de avaliação do pedido e não significa que a libertação será automaticamente concedida.

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