Jovem mata a própria irmã, tira seus olhos e motivação perturbadora é revelada

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Elizaveta Dubrovina, de 22 anos, foi condenada a 13 anos em uma colônia penal na Rússia pela morte da irmã, Stefania, de 17 anos. Segundo a acusação, o crime ocorreu em 2016, na casa do namorado da vítima, em São Petersburgo, onde a jovem foi atacada com uma faca e teve a orelha direita cortada.

De acordo com a promotoria da cidade, Elizaveta foi considerada culpada por homicídio cometido com crueldade particular. A investigação apontou que Stefania recebeu ao menos 189 golpes de faca em diferentes partes do corpo e morreu no local em decorrência dos ferimentos e da perda de sangue.

A vítima estava na casa do namorado, Alexey Fateev, enquanto ele havia saído para fazer compras. Ao retornar, ele encontrou Stefania morta e conseguiu deter Elizaveta, que tinha 19 anos na época, antes que ela deixasse o imóvel.

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Inicialmente, Elizaveta foi presa e encaminhada para tratamento psiquiátrico obrigatório. Posteriormente, a Justiça considerou que ela tinha condições de responder ao processo e o julgamento prosseguiu até a condenação.

A promotoria afirmou que o crime teria sido motivado pela relação de hostilidade entre as irmãs. Segundo a acusação, Elizaveta atacou Stefania repetidamente, atingindo cabeça, pescoço, tronco, braços e pernas, além de cortar sua orelha direita.

A investigação também apontou uma relação de comparação e competição entre as duas. Segundo a promotoria, Elizaveta teria tentado reproduzir a aparência da irmã mais nova, utilizando a mesma cor de cabelo e batom. “Elizaveta copiava a imagem de sua irmã mais nova. a mesma cor de cabelo, o mesmo batom”, afirmou.

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Fotografias delas também foram mencionadas no caso. Apesar dos registros em que aparecem abraçadas, a promotoria sustentou que havia inveja por parte da irmã mais velha.

O namorado de Stefania chegou a ser apontado em relatos divulgados na época como alguém que poderia ser responsabilizado pela morte. Ele negou qualquer envolvimento em declarações à televisão russa, e a promotoria afirmou que ele era testemunha, não suspeito.

As duas irmãs passaram parte da infância em orfanatos. A mãe delas, Oksana Dubrovina, declarou apoio a Elizaveta. A tia, Ekaterina Dubrovina, classificou a morte de Stefania como uma “tragédia chocante” e afirmou: “Meu sangue vira gelo”.

O caso também recebeu críticas de Stas Baretsky, que conhecia as irmãs. Ele considerou a pena excessiva e afirmou acreditar que houve um erro judicial: “Espero que a sentença seja reconsiderada, pois acredito que ela é inocente”.

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