
Wilson Grassi em entrevista ao Metrópoles apresenta propostas de governo (Foto: Instagram)
O candidato à Presidência, Wilson Grassi (Democrata), defendeu em entrevista ao Metrópoles na terça-feira (1º/9) a criação de um programa para aplicação de botox em mulheres de baixa renda e uma reformulação na composição do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele sugere que representantes de diferentes profissões ocupem vagas de ministro.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
De acordo com Grassi, o programa, denominado “Meu Botox, Minha Vida”, seria voltado para mulheres de baixa renda que enfrentaram situações difíceis e que, segundo ele, tiveram a autoestima prejudicada.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
“Nós vamos aplicar toxina botulínica em mulheres de baixa renda que sofreram, estão enrugadas e têm vergonha de se olhar no espelho. Isso afeta a autoestima delas. Não estamos apenas tratando rugas, mas cuidando da saúde emocional, que é parte da saúde física”, afirmou Grassi.
Grassi destacou que o procedimento seria considerado uma política de saúde, com a intenção de melhorar a qualidade de vida das beneficiárias. “Isso fará com que elas se sintam melhor, trabalhem melhor e consigam se livrar de relacionamentos ruins.”
O candidato também mencionou que pretende reduzir o custo do procedimento utilizando a estrutura pública. “Esse projeto [Meu Botox, Minha Vida] é sério, benéfico e barato. Estou confiante de que poderei aplicar botox por menos de R$ 100, pois tenho experiência em hospital veterinário público.”
No seu plano de governo, intitulado “Brasil em Primeiro Lugar”, a saúde é um dos principais focos da candidatura.
“SUPREMO DO POVO”
Na mesma entrevista, Grassi apresentou uma proposta para alterar a composição do STF. Ele argumentou que não é necessário que os membros da Corte sejam advogados e defendeu que diferentes categorias profissionais tenham representantes no tribunal, com mandatos limitados.
“Não é preciso ser advogado para integrar o Supremo. Minha proposta é um ‘Supremo do Povo’. Assim, teremos um pedreiro como ministro do STF, uma empregada doméstica, um motorista de ônibus, um bancário, uma professora”, explicou Grassi.
Segundo a proposta de Grassi, cada uma das principais profissões brasileiras teria um representante no Supremo, com mandatos de 2,3 anos. “Cada uma das principais profissões brasileiras elegerá um representante para um mandato no STF.”
O candidato ainda afirmou que os representantes teriam equipes de assessores, semelhante ao que ocorre atualmente com os ministros. “Eles podem ter suas equipes de assessores, assim como os ministros de hoje, que são juristas, têm seus assessores. Vou colocar um pedreiro no Supremo, e ele terá sua equipe de assessores.”







Leave a Reply