Joe Manganiello revelou que enfrentou uma série de doenças autoimunes que quase lhe custaram a vida e resultaram na amputação de um órgão. O relato foi feito na apresentação de seu livro de memórias, Bloodlines, no qual detalha um período de sete anos marcado por complicações médicas, dores crônicas e uma longa busca por respostas.
Conhecido por trabalhos em produções como Magic Mike, True Blood e Spider-Man, o artista, de 49 anos, afirma que sofreu uma sequência de enfermidades autoimunes que atingiram a tireoide, o sistema digestivo, a pele, os pulmões e os olhos.
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Segundo a sinopse da obra, o ator conviveu durante anos com dores constantes, passou por uma amputação considerada vital para sua sobrevivência e enfrentou uma crise existencial enquanto buscava tratamento para uma condição que os médicos não conseguiam explicar de forma conclusiva.
Diante da falta de respostas, Manganiello decidiu recorrer a abordagens não convencionais. De acordo com o livro, ele buscou auxílio em xamãs, rituais pagãos, mitos antigos, registros familiares e em uma redescoberta de sua espiritualidade.
Durante esse processo, o ator também investigou a própria genealogia e descobriu histórias de antepassados que sobreviveram ao genocídio armênio e de familiares que conviveram com doenças crônicas.
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Em entrevista à revista People, Manganiello descreveu o período como um dos mais difíceis de sua vida. “Foi o período mais brutalmente difícil da minha vida, algo que eu não desejaria nem ao meu pior inimigo, mas também a minha maior aventura”, afirmou.
Ao comentar o motivo de compartilhar a experiência, o ator disse esperar que sua história possa ajudar outras pessoas. “Espero que aquilo que vivi nessa jornada possa dar aos leitores esperança de que respostas e cura possam estar do outro lado de qualquer batalha que estejam enfrentando”, declarou.
Manganiello também afirmou que a escrita do livro o ajudou a enxergar o sofrimento sob outra perspectiva. “O processo de escrever este livro me deu o presente da perspectiva, que me ajudou a perceber que meu sofrimento foi um casulo do qual eu emergiria para sempre transformado”, disse.















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