
Personalidade exibe camisa com a hashtag #TôComaSituação (Foto: Instagram)
A Polícia Militar do Rio de Janeiro iniciou um processo administrativo para avaliar a expulsão de 17 policiais militares envolvidos na segurança do bicheiro Rogério de Andrade. O procedimento foi instaurado no dia 26 de agosto.
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Os policiais foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em novembro de 2025. Eles participavam de um esquema complexo para proteger Rogério de Andrade e seus pontos de jogo do bicho em Bangu.
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O subtenente Ademir Rodrigues Pinheiro é apontado como uma figura central: de acordo com a denúncia do MPRJ e o processo da PM, ele coordenava escalas de segurança, pagamentos, contatos com policiais corruptos e monitorava rivais. A corporação informou que ele recebia R$ 50 mil mensais de Rogério Andrade para liderar a segurança dos pontos de jogo do bicho.
Além de Ademir Rodrigues Pinheiro, o caso do sargento Leandro Oliveira da Silva também é considerado grave pela PM. Conforme o processo disciplinar, além de atuar na segurança dos pontos de jogo e coletar dinheiro, Leandro teria violado o sigilo de operações policiais, fornecendo informações à organização criminosa. A corporação classifica essa conduta como “prática semelhante ao chamado X-9”.
O subtenente Gilberto Alves Pereira estava envolvido no “monitoramento” de ações policiais, segundo a denúncia do MPRJ citada pela PM do Rio de Janeiro. Ele também realizava pagamentos de propina e levantava informações sobre grupos rivais de Rogério de Andrade.
Além da abertura do processo administrativo, a corporação determinou a revogação do porte de armas dos policiais e seu afastamento para funções administrativas. A corporação afirmou no documento obtido pela coluna que não irá discutir o mérito dos crimes, mas avaliará a questão “ética-disciplinar”.







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