
Rei Charles III dá continuidade ao tributo às vítimas do 11 de Setembro, em tradição iniciada por Elizabeth II (Foto: Instagram)
A Guarda do rei Charles III prestou uma homenagem especial às vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001, nesta sexta-feira (11/9), durante uma cerimônia no Palácio de Buckingham. A apresentação celebrou os 25 anos da tragédia que tirou a vida de quase 3 mil pessoas nos Estados Unidos e causou espanto mundial.
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Conforme relatos da People, a Banda dos Coldstream Guards executou músicas ligadas à tradição e memória norte-americana, incluindo Amazing Grace, Hymn to the Fallen e composições de John Philip Sousa. A cerimônia também contou com os hinos nacionais dos Estados Unidos e do Reino Unido.
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TRADIÇÃO INICIADA POR ELIZABETH II E CONTINUADA POR REI CHARLES III
A homenagem reavivou um gesto histórico da rainha Elizabeth II. Poucos dias após os atentados de 2001, a monarca permitiu que o hino dos Estados Unidos fosse tocado durante a troca da guarda em Buckingham, algo raro fora de visitas de Estado. Vinte e cinco anos depois, Charles repetiu o simbolismo em memória das vítimas.
O rei não esteve presente na cerimônia, sendo representado pelo príncipe Richard, duque de Gloucester, e por Birgitte, duquesa de Gloucester. Warren Stephens, embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido, também participou da homenagem, junto com cerca de 40 convidados britânicos e norte-americanos.
A lembrança do 11 de Setembro já havia sido parte da agenda de Charles em 2026. Segundo o site oficial da família real britânica, em abril, durante uma visita de Estado aos Estados Unidos, o rei e a rainha Camilla visitaram o Memorial Nacional do 11 de Setembro, em Nova York, onde depositaram flores, encontraram familiares de vítimas e conversaram com socorristas que atuaram após os ataques.
Na ocasião, Charles também destacou em discurso no Congresso norte-americano que o sofrimento provocado pelos atentados foi sentido “em todo o mundo” e reforçou a solidariedade entre Reino Unido e Estados Unidos.







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