
Flávio Bolsonaro acusa ministros do STF de conspirar contra ele (Foto: Instagram)
Nos bastidores, aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) têm levantado dúvidas sobre a coincidência de datas na decisão do ministro do STF, Flávio Dino, que autorizou uma operação de busca e apreensão relacionada ao Caso Dark Horse.
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Dino deu a permissão para a Polícia Federal (PF) realizar a operação em 3 de setembro, um dia após Alexandre de Moraes, também ministro do STF, se encontrar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
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Flávio Bolsonaro mencionou a conversa entre Moraes e Alcolumbre, ocorrida em 2 de setembro, em suas redes sociais. Na publicação, ele sugeriu que os dois teriam planejado com Dino "alguma ação ilegal" para prejudicá-lo.
"Alexandre de Moraes e Davi Alcolumbre teriam se reunido longamente nesta quarta-feira (2/Set), em Brasília, e tramado com Flávio Dino alguma ação ilegal contra mim, com o único objetivo de 'reagir' a André Mendonça e me desgastar eleitoralmente. Se confirmado, isso prova que o Brasil se tornou uma terra sem lei, onde aqueles que se julgam donos do país armam farsas contra seus adversários, acreditando que jamais enfrentarão as consequências de seus abusos", escreveu Flávio.
Para os aliados de Flávio, a proximidade das datas entre o encontro de Moraes e Alcolumbre e a decisão de Dino indicaria que a operação foi planejada para prejudicar o candidato do PL à presidência.
Embora a operação tenha sido autorizada por Dino em 3 de setembro, a PF só a executou na quinta-feira (10/9). Durante esse período de sete dias, Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, foi destituído e depois reintegrado ao cargo.







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