
Interior de carro de aplicativo de transporte urbano (Foto: Instagram)
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), através da Procuradoria da República em São Paulo, vai investigar possíveis falhas nas plataformas Uber e 99 referentes ao atendimento a idosos e pessoas com deficiência. A investigação foi recomendada pelo Ministério Público Federal (MPF) após diversas denúncias de discriminação e cancelamento de corridas devido à idade dos passageiros ou à presença de cadeiras de rodas, bengalas ou cães-guia.
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O inquérito, iniciado em São Paulo, analisará reclamações de todo o país. As empresas foram notificadas para explicar como tratam as recusas de transporte, quantas queixas foram registradas e se há ações judiciais sobre o tema. Além disso, devem esclarecer as orientações dadas aos motoristas e como divulgam a legislação que assegura o direito ao transporte acessível.
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Outro ponto de investigação é a falta de categorias específicas nos sistemas de atendimento das plataformas para registrar e acompanhar denúncias de discriminação. Além disso, serão analisadas possíveis barreiras físicas ao transporte de equipamentos de assistência, como a redução do espaço nos compartimentos de bagagem dos carros cadastrados.
Ao término da apuração, o órgão avaliará se medidas regulatórias são necessárias para o setor. Entre as possibilidades está a criação de categorias específicas para passageiros com mobilidade reduzida e outras limitações.







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