
Ministro do STF em sessão plenária sobre relatório da PF (Foto: Instagram)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça afirmou nesta terça-feira (15/9) que foi monitorado de maneira irregular pela Polícia Federal. Ele classificou o relatório de inteligência, incluído em parecer de Alexandre de Moraes, como “ilegal”.
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Durante a sessão plenária sobre o relatório da PF, que inclui mensagens entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Mendonça destacou que o documento é ilegal e não possui valor probatório. Ele enfatizou que são questões fáticas distintas e que isso precisa ser esclarecido.
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A petição foi pautada pelo presidente Edson Fachin. Agora, o STF vota uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes para decidir sobre a instalação de investigações conjuntas contra Moraes e Mendonça, prevista para 23 de setembro.
O placar está em quatro votos a favor da questão de ordem do decano, com votos de Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes, e dois a favor do parecer do relator, Edson Fachin, que defende a separação dos casos. Mendonça votou pelo parecer do presidente.
Em seu voto, Moraes afirmou que a declaração de Mendonça contribui para um julgamento conjunto e sugeriu ter testemunhas para depor contra o relator do Caso Master. Mais cedo, houve um bate-boca entre os dois sobre o caso.
Moraes declarou que é fácil verificar a veracidade do relatório chamando as testemunhas. “Versões e interpretações cada um tem a sua”, disse o magistrado, ao que Mendonça respondeu: “Estou vendo”.







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