Crime organizado impõe barreiras em campanhas na periferia de São Paulo

Publicado por

–


Comunidade periférica em São Paulo onde o crime organizado bloqueou campanhas eleitorais (Foto: Instagram)

Após o término do primeiro turno das eleições, candidatos relataram dificuldades para acessar comunidades periféricas na capital paulista. De acordo com um parlamentar, isso ocorreu devido a uma "orientação" do "estado paralelo". Em outras palavras, o crime organizado impediu que a campanha eleitoral entrasse nessas áreas de São Paulo.

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

Candidatos de pelo menos três partidos relataram à coluna dificuldades em acessar territórios controlados pelo crime. A proibição afetou principalmente aliados do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

Alguns cabos eleitorais decidiram inovar, riscando a foto e o número de Tarcísio para distribuir panfletos na periferia.

Um parlamentar mencionou que as restrições foram um golpe para a bancada evangélica. Conforme informações divulgadas, na disputa por vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), os evangélicos Oseias e Elias de Madureira, ambos do PL, não conseguiram renovar seus mandatos.

Edna Macedo, irmã do bispo da Igreja Universal Edir Macedo, foi deputada estadual por cinco mandatos, mas desta vez não se elegeu.

A vereadora Pastora Sanda Alves (União) também não conseguiu se eleger, ficando como primeira suplente para deputada federal da Federação União Progressista.

O único "Madureira" eleito não está mais associado à igreja do Pastor Samuel Ferreira: Alex Madureira deixou a igreja, mas manteve o nome "de Madureira" e viu sua votação quase dobrar. Ele obteve 122 mil votos para deputado estadual pelo PL, mantendo sua cadeira na Alesp.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *