
Edinho Silva fala com jornalistas sobre articulações para o segundo turno (Foto: Instagram)
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, declarou nesta terça-feira (6/10) que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em diálogo com lideranças de diferentes partidos para obter apoio no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo ele, o partido pretende conversar com membros do PSD, Republicanos e Progressistas (PP), independentemente das posições adotadas nacionalmente por essas legendas.
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Edinho mencionou que conversou nesta terça com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira. De acordo com ele, Kassab afirmou que o PSD deverá manter uma posição de neutralidade, mas deixou aberta a possibilidade de diálogo com lideranças regionais do partido.
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No Republicanos, Edinho afirmou ter conversado com Marcos Pereira e outras lideranças. O partido ainda não havia formalizado apoio a nenhum dos candidatos até esta terça-feira, embora alguns membros já tenham declarado suas posições individuais.
CONVERSA COM FUFUCA
Edinho também relatou ter conversado com o deputado federal André Fufuca (PP-MA), eleito senador pelo Maranhão, e disse acreditar que o parlamentar deverá apoiar Lula no segundo turno.
Nesta terça, a Federação União Progressista, composta por União Brasil e Progressistas, anunciou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. A decisão foi aprovada por unanimidade pelas direções das duas siglas.
O dirigente mencionou ainda o governador reeleito Lucas Ribeiro (PP-PB), que participou de um encontro com Lula apesar da posição adotada pela federação. “Vamos continuar dialogando com muitas lideranças, independentemente das movimentações partidárias. Hoje, eu mesmo fiz dezenas de contatos”, afirmou Edinho.
OUTROS APOIOS
O presidente do PT também mencionou a senadora eleita Teresa Surita (MDB-TO), que declarou apoio a Lula. Segundo Edinho, ele conversou com a parlamentar, que confirmou sua adesão à candidatura petista.
Essa estratégia faz parte da reorganização da campanha de Lula para o segundo turno, após o presidente terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro. O PT pretende ampliar as conversas com lideranças políticas e mobilizar aliados nos estados nas próximas semanas.







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