
Rachel Ojuromi brilha na passarela da Chanel primavera/verão 2027 em Paris (Foto: Instagram)
A Chanel revelou sua coleção primavera/verão 2027 nesta segunda-feira (5/10) durante a Semana de Moda de Paris. Um dos destaques do evento foi a modelo nigeriana Rachel Ojuromi, de 22 anos, que desfilou pela primeira vez para a maison. Rachel ganhou popularidade nas redes sociais ao viralizar com vídeos em que recriava desfiles da Chanel nas ruas de Lagos, na Nigéria.
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Além de produzir vídeos e conteúdos de moda, Rachel é a fundadora da The Process Africa, uma plataforma que documenta e dá visibilidade a jovens profissionais das áreas de moda, cinema e artes visuais.
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Rachel Ojuromi foi um dos grandes destaques do desfile de primavera/verão 2027 da Chanel. Nascida na Nigéria, a jovem de 22 anos desfilou com um visual de tweed, característico da Chanel. A parte superior do look era composta por um suéter, enquanto a saia amarela, com trama aberta e barra de pedrarias, era adequada para climas quentes. Ela completou o visual com um casaco de tweed e uma bolsa bordô.
Em entrevistas anteriores, Rachel mencionou que se identifica com a Chanel nesta nova fase sob a direção de Matthieu Blazy. A modelo aprecia a simplicidade e a forma acessível como o designer francês apresenta grandes histórias.
Antes de pisar na passarela da Chanel, Rachel já transformava as ruas de Lagos em cenários para suas recriações. Junto com a amiga e estilista Debby Fasingha, ela desenvolveu conteúdos que combinam direção criativa, styling e referências das passarelas internacionais com o ambiente urbano da capital nigeriana.
O diferencial de Rachel está na maneira como recria desfiles de grandes marcas de luxo em cenários cotidianos, desfilando entre mercados populares e bairros centrais, exibindo criações inspiradas nas grifes.
Além de seu trabalho como modelo, Rachel fundou a The Process Africa, que apoia jovens criadores nas áreas de moda, cinema e artes visuais. Ela pretende mostrar que jovens africanos compartilham as mesmas referências culturais e fashion de outras partes do mundo e são capazes de criar trabalhos relevantes, mesmo com recursos limitados.
Na coleção primavera/verão 2027 da Chanel, Matthieu Blazy manteve a estética hiperfeminina da maison, com peças leves e o uso frequente do tweed. Blazy também trouxe referências à história de Gabrielle Chanel, explorando a lingerie e a pele à mostra, remetendo ao período em que a fundadora trabalhava em um ateliê de lingerie. A bolsa 2.55, que pertenceu a Gabrielle Chanel, também foi destaque na apresentação.







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