
Ministro Dias Toffoli durante sessão no TSE. (Foto: Instagram)
O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou a solicitação do Partido Liberal (PL) para obter acesso a documentos como faturas, contratos e listas de convidados de um jantar realizado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e empresários em 25 de setembro, em São Paulo (SP).
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O PL havia protocolado a petição nas vésperas do primeiro turno das eleições, questionando a legalidade do evento e alegando que se tratava de um "ato político disfarçado".
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Na decisão assinada em 6 de outubro, Toffoli afirmou que o partido não apresentou provas concretas de irregularidades na organização e financiamento do jantar. Ele destacou que encontros entre candidatos e a sociedade civil são parte do processo eleitoral e estão protegidos pela liberdade de expressão e reunião pacífica.
O ministro também questionou as bases do argumento do PL ao classificar o jantar como um ato político disfarçado. Segundo Toffoli, as reportagens citadas pelo partido continham opiniões e especulações, e a interpretação do PL não evidenciou irregularidades nas contas.
O jantar, que motivou a ação do PL, ocorreu no Hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo, reunindo cerca de 700 empresários. O evento foi promovido pela Esfera Brasil, Grupo Prerrogativas e Grupo Parlatório, contando com a presença de Lula, seu vice Geraldo Alckmin (PSB), além de ministros, dirigentes partidários e membros da coordenação da campanha petista.







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