Celina Leão solicita que professores do DF cancelem paralisação antes das eleições

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Governadora Celina Leão faz apelo contra paralisação de professores a quatro dias do segundo turno (Foto: Instagram)

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), fez um apelo ao Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) para que desistam da paralisação agendada para quarta-feira (21/10), apenas quatro dias antes do segundo turno das eleições, que ocorrerá no domingo (25/10). A declaração foi dada durante um evento de campanha realizado no Pôr do Sol, nesta segunda-feira (19/10).

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Celina Leão afirmou: “Faço um apelo ao sindicato para que não realize [a paralisação] pois é um momento de politização, quatro dias antes da eleição. Isso é muito prejudicial, coloca a categoria em uma situação de confronto”.

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O protesto está previsto para as 9h na Praça do Buriti. De acordo com o Sinpro, todas as escolas públicas do DF participarão do movimento, suspendendo as aulas durante o dia.

Celina reconheceu as reivindicações legítimas dos professores e expressou sua disposição para negociar com a categoria, mas pediu que a mobilização fosse adiada. "Estou sempre aberta para atender tanto o sindicato quanto os professores. Sempre os respeitei. Agora temos a chance de melhorar, criar um novo momento. Mas uma paralisação quatro dias antes da eleição? Quem perde, principalmente, é a comunidade escolar", declarou a governadora.

O Sinpro-DF convocou uma paralisação geral dos profissionais da rede pública para quarta-feira (21/10), às 9h, na Praça do Buriti. Entre as reivindicações estão o calendário escolar de 2027 e o concurso de remanejamento.

O sindicato também critica medidas relacionadas ao planejamento escolar e à autonomia pedagógica das unidades de ensino, além da proibição de cartazes da entidade nas escolas.

Na convocação, o Sinpro-DF menciona problemas como “superlotação, sucateamento da Educação Especial e Inclusiva e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), problemas no Educa-DF, falta de estrutura e de condições de trabalho, adoecimento da categoria e precarização do trabalho”.

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