
Seleção Brasileira posa antes do duelo das oitavas da Copa de 2026 (Foto: Instagram)
A participação do Brasil na Copa do Mundo 2026 chegou ao fim mais cedo do que o esperado, mas a equipe não deixou o torneio de mãos vazias. Após ser eliminada pela Noruega nas oitavas de final no domingo (5/7), a Seleção Brasileira garantiu uma premiação de US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 77,5 milhões) pela campanha, valor pago pela Fifa às equipes que alcançam essa fase do campeonato.
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Esse resultado teve um impacto direto nas finanças da CBF. Ao não avançar para as quartas de final, a entidade perdeu a chance de disputar uma fatia maior da premiação e deixou de arrecadar mais US$ 27 milhões (R$ 139,5 milhões) nas fases finais do torneio.
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A distribuição financeira da Fifa segue um modelo escalonado, onde os valores aumentam à medida que as seleções avançam na competição. No total, a entidade reservou US$ 727 milhões (cerca de R$ 3,7 bilhões) para serem repartidos entre as 48 equipes participantes do torneio.
As seleções eliminadas nas oitavas de final recebem US$ 15 milhões (R$ 77,5 milhões). Aqueles que caem nas quartas garantem US$ 19 milhões (R$ 98 milhões), enquanto o quarto colocado leva US$ 27 milhões (R$ 139,5 milhões). O terceiro lugar recebe US$ 29 milhões (R$ 149 milhões), o vice-campeão embolsa US$ 33 milhões (R$ 170 milhões) e o campeão, US$ 50 milhões (R$ 258 milhões).
No jogo que marcou a eliminação do Brasil, a Noruega venceu por 2 x 1, com dois gols de Haaland. O Brasil criou oportunidades durante a partida, mas desperdiçou um pênalti com Bruno Guimarães ainda no primeiro tempo, e só conseguiu diminuir a diferença nos acréscimos, quando Neymar converteu outra penalidade.







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