
Tenente-general Brett Sylvia foi afastado de um dos principais cargos de estratégia do Exército dos Estados Unidos. (Foto: Instagram)
O tenente-general do Exército Brett Sylvia, considerado um dos principais estrategistas militares dos Estados Unidos, foi demitido nesta semana da função de chefe de estratégia, planejamento e política do Estado-Maior Conjunto.
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A revista The Atlantic divulgou a informação nessa quarta-feira (28/10), após apurar o caso com fontes do Departamento de Defesa norte-americano.
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Sylvia passa a integrar uma lista cada vez maior de militares do alto comando do governo Trump demitidos neste ano, como anunciou o secretário de Defesa, Pete Hegseth.
Em setembro, Hegseth declarou em discurso que o Pentágono está cortando aproximadamente uma em cada cinco vagas de generais e almirantes durante o segundo mandato de Trump, por meio de demissões ou redução de cargos, cumprindo a promessa de “mudar fundamentalmente a forma como o Pentágono opera”.
Na ocasião, Hegseth disse que sua meta é tornar o departamento “implacável, sem remorsos e intransigente” em sua missão de vencer. “Generais que se apegaram ao departamento progressista ou que parecem pensar que o controle civil das forças armadas é apenas uma sugestão, bem, eles não trabalham mais aqui”, afirmou.
“Os analistas financeiros dizem que demitimos 10% dos generais e almirantes de toda a força, e esse número parece correto. E eu sei porque fui eu quem ordenou, que também reduzimos o número total de vagas para oficiais generais em mais 10%. Então, sim, uma redução de 20% em todos os níveis. A mídia chama isso de expurgo. Eu chamo de prestação de contas, e já estava mais do que na hora”, concluiu.
A demissão de Sylvia acontece em meio a fortes rumores de que Trump pode voltar a atacar o Irã depois das eleições de meio de mandato nos EUA, marcadas para 3 de novembro. “Podemos fazer outra pequena Fúria Épica”, disse Trump na semana passada. A guerra entre os países continua, mas foi “atenuada” desde setembro, com ataques apenas a navios comerciais.
Tags: demissão, Donald Trump, EUA, militar







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