CNC Tech Day 2026 prepara empresários do comércio para os desafios da nova economia

Publicado por

–


Tech Day 2026 reuniu lideranças e especialistas para discutir inovação, inteligência artificial e o futuro do comércio. (Foto: Instagram)

“Mais do que acompanhar tendências, inovar significa converter desafios em soluções, ampliar a competitividade e criar condições para avançar no futuro. O CNC Tech Day foi criado para aproximar empresários, especialistas e lideranças de tecnologia em torno de um propósito comum: preparar o comércio de bens, serviços e turismo para os desafios da nova economia.” Com essa mensagem, o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, abriu em formato holográfico a segunda edição do Tech Day, realizada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

Promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Tech Day reuniu, no dia 14 de outubro, especialistas e executivos de grandes empresas de tecnologia, entre elas Amazon, Google Cloud, Microsoft, Meta, Mercado Livre, Stone, Uber e iFood. O encontro debateu as mudanças que estão remodelando os negócios, as relações de consumo e o futuro do trabalho.

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

Durante o evento, Tadros também ressaltou o trabalho conjunto da CNC, do Sesc e do Senac para contribuir com a modernização das empresas e a formação profissional. Para ele, o Tech Day reafirma o compromisso do Sistema Comércio de criar oportunidades e fortalecer o ambiente de negócios.

A diretora de Inovação e Tecnologia da Informação da CNC, Rafaela do Rio, afirmou que o evento se tornou um espaço de diálogo entre o setor produtivo e as empresas que conduzem a transformação tecnológica global.

O Tech Day foi pensado para aproximar o Sistema CNC-Sesc-Senac, empresários e profissionais das empresas que estão à frente das mudanças tecnológicas no mundo. A intenção é estimular conhecimento, conexões e debates que ajudem a ampliar a competitividade do comércio de bens, serviços e turismo.

Rafaela do Rio, diretora de Inovação e Tecnologia da Informação da CNC

CNC, SESC, SENAC E GOOGLE CLOUD FIRMAM PARCERIA

Assinado por José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, e Luiz Ávila, head of Enterprise Sales Latam do Google Cloud, o acordo estabelece cooperação para compartilhar conhecimento e desenvolver iniciativas de inovação e modernização tecnológica.

Um dos destaques da edição de 2026 foi a assinatura de um Termo de Cooperação entre CNC, Sesc, Senac e Google Cloud. A parceria prevê uma agenda conjunta de qualificação profissional, inovação, transformação digital e inclusão social no comércio de bens, serviços e turismo.

A colaboração inclui áreas estratégicas como educação, inteligência artificial, segurança digital, saúde e produtividade. O foco é aprimorar processos, ampliar competências profissionais e difundir soluções que contribuam para o desenvolvimento do setor.

Poucos eventos reúnem, no mesmo espaço, lideranças que ajudam a moldar o futuro da economia digital, da inteligência artificial, da inovação e das relações de consumo em todo o mundo. Para o Sistema CNC-Sesc-Senac, este encontro tem um significado especial pela formalização, hoje, do acordo de cooperação com o Google Cloud.

José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac

O presidente acrescentou que a iniciativa estabelece um plano de trabalho para compartilhar conhecimento, qualificar profissionais e ampliar a capacidade de inovação do comércio brasileiro.

IA NA EXPERIÊNCIA DE COMPRA DOS USUÁRIOS

A ideia inicial era que a inteligência artificial substituiria a atividade humana. A palestra de Augusto Lins, fundador e Senior Advisor da Stone, questionou essa percepção.

O palestrante abordou as mudanças no comportamento do consumidor, cada vez mais ligado a experiências ágeis que transitam entre o analógico e o virtual. A IA alterou a jornada de compra e a experiência do usuário, conhecida como UX.

Esse processo começou na pandemia, quando tivemos de aprender a comprar sem sair de casa, o que acelerou a digitalização dos negócios.

Augusto Lins, fundador e Senior Advisor da Stone

Lins explicou que, para acompanhar essa mudança, as empresas devem ajustar suas estratégias para que suas marcas sejam localizadas e apresentem informações claras e acessíveis também a esses sistemas.

Segundo o palestrante, é necessário estar “atento às necessidades dos usuários, pois os processos de compra estão mudando muito rapidamente, ampliando as dificuldades dos clientes”.

As mudanças na maneira de comprar também se relacionam com a trajetória da Stone. Fundada em 2014, a empresa surgiu em um mercado de pagamentos que carecia de transparência e agilidade para vendedores que usavam máquinas de cartão de crédito caras. “Percebemos ali uma oportunidade e um propósito para o nosso negócio”, disse o fundador.

A Stone nasceu desse contexto e desenvolveu o serviço em contato direto com os usuários, buscando atender às necessidades dos clientes.

IMPORTÂNCIA DO LETRAMENTO DIGITAL

O letramento digital pode ser uma etapa fundamental para consolidar esses avanços no comércio nacional. Lins mencionou a contribuição do Sesc e do Senac nesse campo, como agentes importantes para democratizar o conhecimento no país. “A inteligência artificial é uma questão de soberania nacional. Ampliar o letramento de usuários e empresas e formar mão de obra qualificada permitirá ao Brasil desenvolver tecnologia de ponta.”

Ao falar de UX, o executivo destacou que a adoção da IA deve começar por problemas concretos, como o tempo de espera por atendimento, por uma resposta ou pela solução de uma demanda. A proposta é identificar essas dificuldades, testar alternativas em escala controlada e avaliar os resultados antes de ampliá-las a todos os usuários.

A tecnologia avança diariamente, mas, para o cliente, o que faz diferença é como o tratamos e de que maneira apresentamos as novidades com segurança.

Augusto Lins, fundador e Senior Advisor da Stone

Com essa qualificação, as empresas poderão assumir riscos e inovar em um mercado que exige mudanças cada vez mais rápidas nos negócios.

“INOVAÇÃO, NA VERDADE, É AQUILO QUE VOCÊ NÃO VÊ”

Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, falou sobre como a inovação voltada às necessidades diárias amplia a mobilidade, gera oportunidades de renda e movimenta a economia.

A inovação nem sempre é perceptível. Muitas vezes, aparece na resolução de problemas do cotidiano, simplificando tarefas e criando possibilidades sem que as pessoas notem a tecnologia envolvida. Essa foi uma das principais mensagens de Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, em palestra no Tech Day 2026.

Formada em Engenharia Civil, Silvia ressaltou a importância de transformar ideias em soluções concretas, que respondam às necessidades dos usuários e possam alcançar escala.

Ao lembrar o começo das operações da Uber no Brasil, a executiva citou os 500 motoristas e os 25 mil usuários registrados no primeiro mês. Na avaliação dela, a história da empresa mostra como uma proposta inovadora pode se expandir por meio da execução.

Hoje, mais de 140 milhões de brasileiros já usaram a plataforma, enquanto mais de 5 milhões de pessoas obtiveram renda pelo aplicativo. No país, foram realizadas 17 bilhões de viagens, e R$ 225 bilhões foram repassados aos parceiros da empresa.

O que mais me impressiona é o impacto da Uber na vida de milhões de brasileiros. É uma grande responsabilidade desenvolver, a cada dia, inovações, produtos e ideias que influenciam tantas pessoas por meio da mobilidade e da geração de renda.

Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil

Para Penna, a mobilidade não se resume ao trajeto entre dois pontos: ela ajuda as pessoas a chegar a oportunidades de trabalho e educação e a participar da vida econômica. “Vemos milhões de mulheres que não queriam trabalhar ou estudar à noite e que descobriram que, com essa complementaridade do transporte urbano, poderiam se deslocar.”

🚗 Uber Brasil

  • 140 milhões de brasileiros já usaram a plataforma Uber.
  • 5 milhões de pessoas já obtiveram renda por meio do aplicativo.
  • 17 bilhões de viagens realizadas no país.
  • R$ 225 bilhões repassados aos parceiros da plataforma.
  • No primeiro mês de operação no Brasil: 500 motoristas e 25 mil usuários cadastrados.

CRIATIVIDADE PARA POTENCIALIZAR EMPRESAS

Como a criatividade pode contribuir em uma época de produção rápida e instantânea com IA? Criar imagens, identidade visual e até músicas pode ser feito hoje com um simples prompt. Para o Google Cloud, porém, a inteligência artificial é o ponto de partida de uma ideia, não seu resultado final. Luiz Ávila, Head of Enterprise Sales Latam do Google Cloud, abordou esse tema.

Na apresentação, o executivo defendeu que o avanço tecnológico exige uma nova compreensão do papel humano no trabalho e nos negócios. Embora a IA possa superar as pessoas em cálculo, análise e execução de tarefas, imaginação, empatia e capacidade de fazer novas perguntas seguem sendo diferenciais relevantes.

A inteligência artificial generativa pode diminuir o esforço inicial de atividades criativas, produzindo rapidamente rascunhos, campanhas de marketing e outros conteúdos. Com os agentes autônomos, essa capacidade passa da elaboração de respostas à execução de tarefas, liberando as equipes para se dedicar mais à estratégia e ao relacionamento com clientes.

No varejo e nos serviços, por exemplo, esses agentes podem ajudar a acompanhar estoques, ajustar preços, elaborar campanhas e preparar propostas comerciais. “A automação por agentes pode, por exemplo, permitir que, em um dia de chuva, eu analise automaticamente quais produtos vendem mais em dias assim e aumente os resultados do meu negócio.”

Nesse novo contexto, habilidades técnicas e operacionais tendem a deixar de ser um diferencial exclusivo. Já o senso crítico, a visão de negócio e a capacidade de oferecer experiências distintas se tornam mais importantes. A tecnologia também dá acesso a ferramentas sofisticadas a empresas menores, que antes estavam disponíveis sobretudo a organizações com maior capacidade de investimento.

Essas mudanças também alteraram cargos e hierarquias nas empresas. A inteligência artificial acelerou o desenvolvimento de funcionários menos experientes. Segundo o executivo, esse “efeito nivelador” aproximou profissionais juniores e seniores. Para as empresas, isso é positivo, pois reduz barreiras para quem está começando a carreira.

INOVAÇÃO IMPULSIONA O VAREJO BRASILEIRO

O diretor de Categorias de Varejo da Amazon, Ricardo Perez, abriu a rodada de palestras do Tech Day 2026. Com o tema “Amazon: inovação e tecnologia transformando o varejo”, o representante da gigante norte-americana apresentou a proposta de aperfeiçoar a evolução do comportamento de empresas e consumidores por meio do uso estratégico de dados.

Criada com a intenção de ser tão diversa quanto a biodiversidade do Rio Amazonas, a Amazon completa, em 2026, 15 anos de operação no Brasil. O país é o mercado que recebe o maior volume de investimentos da empresa: mais de R$ 75 bilhões desde o início das atividades, dos quais R$ 19 bilhões foram aplicados apenas nos dois últimos anos. Os recursos são direcionados principalmente a áreas estratégicas, como logística, rapidez nas entregas e portfólio.

A companhia emprega mais de 55 mil pessoas de forma direta e indireta. Mais de 100 mil vendedores parceiros, dos quais 99% são MPMEs, também têm papel fundamental no crescimento da Amazon no Brasil.

Um dos principais objetivos da empresa é equilibrar as dimensões humana e tecnológica. A estratégia inclui buscar ser a companhia mais centrada no cliente do mundo e usar amplamente a inteligência artificial para atender às principais demandas dos usuários.

Entre os exemplos estão os programas “Mais por Menos”, que oferece descontos progressivos aos clientes, e “Programe e Poupe”, o maior programa de fidelização da empresa, com preços melhores para produtos comprados com frequência.

📦 Amazon Brasil

  • 15 anos de operação no Brasil em 2026.
  • R$ 75 bilhões investidos no país desde o início das atividades.
  • R$ 19 bilhões aplicados somente nos últimos dois anos.
  • 55 mil empregos diretos e indiretos gerados.
  • 100 mil vendedores parceiros, sendo 99% micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).

PONTOS CEGOS LIMITAM O DESEMPENHO DAS EMPRESAS

A inteligência artificial amplia as possibilidades de crescimento, mas não substitui o conhecimento necessário para decisões estratégicas. Essa foi uma das principais mensagens da palestra “Como Performar Mais?”, apresentada por João Kepler, CEO da Equity Group e CVO da Bossainvest.

Kepler tratou das dificuldades dos empresários para melhorar resultados, encontrar falhas de gestão e ajustar os negócios às mudanças tecnológicas.

O CEO também alertou para os pontos cegos que prejudicam o desempenho das empresas, como insistir em estratégias ineficazes, resistir a abandonar práticas antigas, definir preços inadequados e não planejar a longo prazo.

Para o palestrante, superar esses desafios começa com a aquisição de conhecimento e uma compreensão clara do próprio negócio.

Nenhuma tecnologia pensa por você; ela amplia aquilo que você já tem. Com clareza, ela acelera. Se houver confusão, ela aumenta a confusão.

João Kepler, CEO da Equity Group e CVO da Bossainvest

O empresário também destacou o papel da educação para que empreendedores aproveitem melhor as ferramentas disponíveis e formulem perguntas mais estratégicas.

Entre os entraves apontados por Kepler está a insistência em modelos de negócio que deixaram de funcionar. Ele advertiu que tempo e recursos podem ser desperdiçados na tentativa de recuperar estratégias que deveriam ser substituídas.

Outro problema é confundir ocupação com produtividade. Na avaliação do palestrante, a rotina urgente e a cobrança por resultados imediatos podem impedir que o empresário encontre gargalos, organize processos e pense no longo prazo.

A definição de preços também foi apontada como um desafio. Para Kepler, decisões motivadas pelo medo, pela comparação com concorrentes ou por estimativas imprecisas podem afetar a rentabilidade. É preciso levar em conta custos efetivos, margem, impostos, comissões e valor percebido pelo cliente. “Vender sem lucro não é crescer.”

Para localizar esses problemas, Kepler sugeriu que os empresários saiam por um momento da rotina operacional e observem a empresa de forma mais abrangente. Entre os aspectos a analisar estão onde o dinheiro entra e sai, quais tarefas dependem apenas da presença do dono, que erros se repetem há anos e se as informações usadas para decidir são confiáveis.

CICLOS TECNOLÓGICOS E VELOCIDADE DE ADAPTAÇÃO COMO PILARES DA INOVAÇÃO

Entender os ciclos de transformação tecnológica e criar capacidade de resposta a mudanças cada vez mais rápidas são desafios essenciais para empresas que pretendem continuar competitivas. Esse foi o ponto de partida da palestra de Diego Barreto, presidente do iFood.

Com o tema “Tecnologia e dados na transformação dos negócios e construção de uma nova economia”, o executivo refletiu sobre a evolução tecnológica, seus efeitos na sociedade e a necessidade de adaptar modelos de gestão para aproveitar oportunidades.

Depois de mais de 10 anos construindo o negócio, Barreto compartilhou aspectos da trajetória e da cultura organizacional do iFood. Ele ressaltou a importância de unir visão estratégica, agilidade e disciplina na execução.

Para explicar o impacto da tecnologia na economia, Barreto recorreu às ideias de Nikolai Kondratiev e Joseph Schumpeter, além das pesquisas de Carlota Pérez sobre revoluções tecnológicas. Essa abordagem considera que grandes transformações não ocorrem de maneira linear: elas atravessam fases de desenvolvimento, expansão, mudança e maturidade.

Quanto mais conseguirmos perceber o surgimento de uma tecnologia capaz de mudar nosso jeito de trabalhar, de nos relacionar e de viver, mais progresso poderemos gerar.

Diego Barreto, presidente do iFood

Com base no modelo de Carlota Pérez, o executivo apresentou cinco fases dos ciclos tecnológicos: surgimento, frenesi, ponto de virada, sinergia e maturidade. Primeiro, uma nova tecnologia começa a se formar e desperta interesse. Depois, entusiasmo e investimentos podem aumentar rapidamente, criando condições para bolhas financeiras.

O ponto de virada representa uma transformação mais profunda da sociedade, enquanto a etapa de sinergia corresponde à disseminação dos benefícios da inovação.

Na avaliação do executivo, compreender esse processo é essencial para a liderança empresarial. As organizações precisam reconhecer em que etapa do ciclo estão e se preparar para mudanças que podem transformar mercados, processos produtivos e modelos de negócio.

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS DEMOCRATIZAM O COMÉRCIO BRASILEIRO

Entre as grandes empresas do comércio nacional e internacional presentes na programação do Tech Day 2026, o Mercado Livre está entre as marcas mais conhecidas pelos brasileiros. A companhia participou do evento com Luiz Augusto Vergueiro, diretor sênior de Operações Logísticas, que apresentou a palestra “A logística do Mercado Livre como pilar na democratização do comércio braisleiro”.

Desde sua criação, em 1999, na Argentina, a empresa investe em inovações tecnológicas para aprimorar entregas e operações logísticas. Atualmente, está presente em 18 países da América Latina e conta com banco digital e serviço de entrega próprios.

A estratégia do Mercado Livre levou a empresa a construir a rede logística mais rápida da América Latina, que cobre quase todas as entregas da companhia. “Em 6 anos, passamos de uma rede de entregas, a Meli Net, que operava em 20% para 96%, com um objetivo simples: resolver o problema do tempo para o consumidor”, afirmou Vergueiro. “Com isso, também passamos de 20% para 77% das entregas feitas em até 48h.”

O Mercado Livre é um exemplo claro de como tecnologia e logística podem impulsionar o comércio em diferentes aspectos. A robótica é hoje um dos pilares da operação da empresa: são 334 exemplares usados nos processos logísticos e 20 mil itens processados por dia.

No transporte, a empresa investe em veículos de baixo impacto ambiental e tem a maior frota de baixo carbono entre os e-commerces da América Latina. Também busca usar menos embalagens, preservando o embrulho original para evitar a geração de resíduos e contribuir com uma economia mais sustentável.

O comércio presencial e o online caminham juntos. Precisamos continuar fortalecendo os espaços para que empresas pequenas, médias e grandes recorram à digitalização para crescer e contribuir para o desenvolvimento do país.

Luiz Augusto Vergueiro, diretor sênior de Operações Logísticas do Mercado Livre

📱 Mercado Livre

  • Presença em 18 países da América Latina.
  • A rede logística própria passou de 20% para 96% em seis anos.
  • A proporção de entregas em até 48 horas subiu de 20% para 77%.
  • 334 robôs em operação nos centros logísticos.
  • 20 mil itens processados por dia.

COMO USAR A IA

No encerramento do evento, Guilherme Araújo destacou a relevância da colaboração entre empresas, entidades e instituições de ensino para ampliar os benefícios da transformação digital.

“Quando observamos o que estamos tentando fazer em conjunto com a CNC, o Sesc e o Senac, vemos três elementos principais: tecnologia em escala, capacitação em escala e colaboração em escala, para gerar impacto não apenas nas empresas, mas em todo o povo brasileiro”, afirmou.

A questão não é dizer como a IA vai mudar nosso trabalho ou nos tornar mais produtivos. É pensar em como vamos usá-la para transformar o trabalho em algo que torne o Brasil mais competitivo.

Guilherme Araújo, vice-presidente de Vendas da Microsoft

PERFORME MAIS FORTALECE SETOR DE COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO

Apresentado pelo palestrante João Kepler durante o evento, o Performe Mais é uma plataforma estratégica para fortalecer empresas do comércio de bens, serviços e turismo e integrar o ecossistema das Federações e dos Sindicatos empresariais. Com uma assinatura anual acessível, a iniciativa conecta micro, pequenos e médios empresários a soluções práticas, capacitação e benefícios comerciais diretos.

Acesse aqui o Performe Mais

Os assinantes têm acesso a condições especiais e descontos de parceiros de tecnologia, pagamentos e vendas — como InfinitePay, Papo.ai, Vendoor e Cartão de Todos —, além de cursos de qualificação com certificação. O portal também oferece uma central de recursos com e-books e modelos práticos no Kit do Empresário.

Com estruturas adaptadas às Federações e aos Sindicatos de cada estado, o projeto aproxima a representação institucional do cotidiano dos empresários locais. Assim, o Performe Mais converte a atuação do sistema sindical em benefícios concretos, estimulando a inovação e a eficiência operacional dos negócios atendidos.

VEJA AQUI A ÍNTEGRA DO EVENTO, COM TODAS AS PALESTRAS DAS BIG TECHS:

Tags: Inovação, post patrocinado

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *