Mpox: governo amplia envio de vacinas ao Rio diante do aumento de casos

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Alexandre Padilha afirma que o Brasil não vive um surto de mpox como o de 2022. O Rio de Janeiro registrou 74 casos entre setembro e outubro. (Foto: Instagram)

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, voltou a afirmar que o Brasil não vive um surto de mpox, doença causada pelo vírus MPXV, como ocorreu em 2022. A manifestação veio após o Rio de Janeiro registrar 74 casos entre setembro e outubro.

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Em publicação em October 31, 2026, Padilha afirmou que o @minsaude mantém vigilância ativa com estados e municípios e que o SUS está preparado para diagnosticar, tratar e monitorar os casos. Segundo ele, o envio de vacinas ao Rio de Janeiro foi ampliado para controlar os registros atuais e preparar o atendimento às concentrações de final de ano. A vacinação segue voltada aos grupos recomendados. O ministro também destacou que os 665 casos registrados no Brasil neste ano diferem do surto de 2022, quando quase 11 mil pessoas foram infectadas — 1.527% a mais.

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Padilha afirmou que o volume de vacinas destinado ao Rio foi reforçado para conter os casos atuais. Ele também ressaltou que os 665 registros da doença no país neste ano são “bem diferente do surto enfrentado em 2022”, quando quase 11 mil pessoas foram infectadas.

Há vacina contra a doença, mas ela não faz parte da imunização de rotina estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. As doses são indicadas a grupos específicos, como profissionais de laboratório que trabalham com o vírus, pessoas vivendo com HIV e imunossupressão e pessoas que tiveram contato direto de médio ou alto risco com um caso suspeito ou confirmado.

SOBRE A MPOX

A mpox é uma doença viral que voltou a atrair a atenção das autoridades de saúde em 2026. Embora a maioria dos casos registrados neste ano evolua de forma leve, reconhecer os sintomas e saber como ocorre a transmissão é essencial para evitar que o vírus se espalhe.

A infecção geralmente começa com sintomas parecidos com os de outras doenças virais, como febre e dores de cabeça e musculares. Depois, aparecem lesões na pele, incluindo as feridas características.

Tags: Alexandre Padilha, Saúde, mpox

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