
Eduardo Azevedo atribuiu ao governo Lula a paralisação da produção da Gerdau em Divinópolis; a empresa aponta perda de competitividade e custos elevados. (Foto: Instagram)
Belo Horizonte – O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL), irmão de Cleitinho (Republicanos), governador eleito de Minas Gerais, afirmou que Divinópolis, na região Centro-Oeste, está de luto pelo fechamento da Gerdau, anunciado nesta terça-feira (3/11). Ele responsabilizou o governo Lula pela situação e criticou as deputadas federais eleitas Lohanna França (PV) e Ana Elisa (PT), a quem chamou de “cúmplices” do “regime Lula”.
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Azevedo declarou que Divinópolis e a região Centro-Oeste estão de luto porque a Gerdau, uma grande empresa, comunicou oficialmente a paralisação da produção, com impacto direto sobre quase mil funcionários.
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Na avaliação do deputado, Divinópolis e a região Centro-Oeste são afetadas por uma crise econômica que se espalhou por todo o Brasil e foi provocada pelo “regime do governo Lula”. Ele também afirmou que a Gerdau resistiu à pandemia da Covid-19, mas não ao “regime Lula”.
Eduardo disse que o “regime Lula” é destrutivo e que a Gerdau conseguiu atravessar a pandemia, mas não resistiu a esse governo.
Azevedo também criticou as deputadas federais eleitas Lohanna França (PV-MG) e Ana Elisa (PT-MG), afirmando que elas seriam cúmplices do que ele chama de “regime Lula”.
Segundo o deputado, Lohanna e Ana Elisa seriam “cúmplices do regime Lula” em Divinópolis, pois apoiaram o governo e foram às ruas convocar a população para manifestações em favor da gestão.
O deputado ainda declarou que as parlamentares eleitas não estariam preocupadas com os empregos da população. Disse que elas estariam mais interessadas em afirmar que “o amor venceu” e que o restante ficaria para depois.
Azevedo também observou que, durante o governo Bolsonaro e a gestão de seu irmão Gleidson Azevedo (Republicanos) como prefeito, a empresa anunciou investimentos na linha de produção.
Ele lamentou que a mesma unidade que agora anuncia a paralisação das operações tenha divulgado, há alguns anos, um investimento recorde de mais de 200 milhões na linha de produção, durante o governo Bolsonaro e a gestão do prefeito Gleidson.
POSICIONAMENTO DA GERDAU
Em nota, a Gerdau informou que a decisão está ligada principalmente à perda de competitividade da operação, causada pela falta de fornecimento de minério de ferro a custos competitivos, fator que vem pressionando os custos de produção.
A empresa acrescentou que o quadro foi piorado pelo avanço das importações e por condições desfavoráveis, sobretudo para as exportações.
Segundo a companhia, o avanço das importações de aço no mercado brasileiro e as condições desfavoráveis do mercado internacional, especialmente para as exportações, agravaram a situação. As exportações têm relevância histórica para a operação da unidade.
Tags: economia, Minas Gerais







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